Guias espirituais
Amigos,
O Blog do JEC não é chegado a mandingas e crendices.
Mesmo assim, acho interessante transcrever a seguinte nota, extraída da coluna do Maceió de 15/02/2008, que lista os “guias espirituais” do JEC, ao longo de sua história.
Rezas e poderes místicos
Na fase áurea do JEC, aquela em que o time ganhava os estaduais todos os anos e jogava uma bola reluzente no Brasileirão, Waldomiro Schützler tinha um guia espiritual chamado Bará. Até o Zé Pereira Sagaz, católico apostólico e braço-forte da presidência, participava dos rituais. Um dia, Bará tomou um chá de sumiço. Schützler, previdente como bem poucos, requisitou a proteção de padre Bertino Weber (hoje monsenhor).
Foi o religioso mais fervoroso a freqüentar o Ernestão durante pelo menos 20 anos. E até nos seus programas de rádio, Bertino pedia ao Altíssimo que aquela bola cruzada aos 47 do 2° tempo, com o jogo em zero a zero, entrasse lá na gaveta.
Bertino, pai dos pobres, é contemporâneo do Ernestão – e quando o JEC mudou para a Arena Joinville, estádio sofisticadíssimo, o clube (além de construir uma capela) passou a trabalhar com dois religiosos mais jovens: padre Luisinho e padre Wilmar. A empatia de ambos pelo clube vem de berço, mas até agora a bola sempre bateu na trave.
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