Sou JEC

01
mai

Entrevista: William

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williamQual o último time que você jogou?
“Alsailiya do Catar e Ponte Preta.”

Como você chegou ao Joinville?
“Eu estava passando minhas férias de dezembro em Barra Velha, quando o Nereu entrou em contato, e várias vezes nós conversamos, no final de dezembro nós fizemos a última reunião, onde ele me mostrou todos os projetos que ele tinha para o Joinville – afinal todos sabem o amor e carinho que Nereu tem pelo clube – e fez com que eu acreditasse no que ele me prometeu, e realmente cumpriu com tudo. Nós jogadores ficamos frustados com os resultados, mas não podemos negar que foi um bom trabalho, que o Nereu fez este ano, e isso não significa que nós não conseguimos o objetivo, muito pelo contrário, a gente sabe que todos se empenharam, só temos que enaltecer o trabalho feito.”

Como foi para você ficar fore do catarinense?
“Na minha carreira toda, sinceramente, foi a maior decepção, pois nós tínhamos um objetivo, um plano traçado, nós sabemos a importância de cada atleta dentro do grupo. A gente sabe como funciona um time, um esquema de jogo, e eu sei da minha importância no time, eu sei que sozinho não ganho nada, muito pelo contrário, cada jogador foi contratado para fazer a sua parte. Em um momento que a equipe estava jogando muito bom, onde um jogador estava complementando o outro, aconteceu a minha lesão à véspera de um jogo importante, contra a Chapecoense. Eu pensei que ia tratar, e logo estaria de volta, mas não foi bem isso que aconteceu, o departamento médico tentou de tudo, tratamento de manhã até à noite, mais infelizmente foi uma lesão em uma região muito complicada, difícil de curar. É lógico que nós, como atletas, pensa que vai ser rápido, sempre tento contato com torcedor, vizinhos sempre dando uma força, mas não deu certo. Hoje estou recuperado 80%, só falta a parte física e ritmo de jogo novamente.”

Qual sua real situação com o Joinville?
“Eu tenho contrato com o JEC até dia 10 de maio, e sinceramente a pretensão é de ficar, mas como as chances de série D são remotas, mesmo que não fique aqui, vou estar torcendo. Quando você está em um clube, vendo todas as pessoas que estão dirigindo este clube, trabalhando, você pega amor. E pelo pouco que fiquei aqui, aprendi a gostar e admirar o clube.”

 
Por Gabriel Nunes - 23:56

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