O site do JEC acaba de noticiar uma grande promoção de ingressos para o jogo do próximo domingo.
Jequeanos: a partir de agora precisamos apoiar o JEC incondicionalmente. A Diretoria fez tudo o que podia ser feito, diante das circunstâncias (WL Sports e seus representantes).
Agora faltam apenas 9 rodadas e precisamos continuar acreditando no milagre da classificação para a série C.
O JEC está na UTI. A partir de agora, cada vitória representa um sopro de esperança. Nenhum de nós abandonaria um ente querido que estivesse internado em uma UTI. Por isso, permaneceremos ao lado do JEC, sempre confiantes na sua recuperação.
Vejam a seguir a matéria do site do JEC, noticiando os preços promocionais para domingo:
04/03/2008 – PROMOÇÃO ESPECIAL PARA JOGO DE DOMINGO
A Diretoria do Joinville Esporte Clube, como forma de comemorar o aniversário da Cidade de Joinville que completará 157 anos no domingo dia 09, bem como o dia Internacional da Mulher dia 08 de março, resolveu adotar extraordinariamente para a partida contra a Chapecoense uma nova tabela de preços de ingressos:
1 – Arquibancada Descoberta: – Ingresso Cheio: R$10,00 / Mulheres, Menores, Estudantes e Aposentados – Meio Ingresso: R$5,00
2 – Arquibancada Numerada Nível 1: – Ingresso Cheio: R$20,00 / Mulheres, Menores, Estudantes e Aposentados – Meio Ingresso: R$10,00.
3 – Arquibancada Numerada Nível 2: – Ingresso Cheio: R$30,00 / Mulheres, Menores, Estudantes e Aposentados – Meio Ingresso: R$15,00.
4 – Menores de 11 anos: R$3,00.
A Diretoria convoca todos os torcedores jequeanos, dos joinvilenses de coração a irem a campo, o tricolor precisa do apoio de todos para buscar os seus objetivos.
Amigos,
O Blog do JEC não é chegado a mandingas e crendices.
Mesmo assim, acho interessante transcrever a seguinte nota, extraída da coluna do Maceió de 15/02/2008, que lista os “guias espirituais” do JEC, ao longo de sua história.
Rezas e poderes místicos
Na fase áurea do JEC, aquela em que o time ganhava os estaduais todos os anos e jogava uma bola reluzente no Brasileirão, Waldomiro Schützler tinha um guia espiritual chamado Bará. Até o Zé Pereira Sagaz, católico apostólico e braço-forte da presidência, participava dos rituais. Um dia, Bará tomou um chá de sumiço. Schützler, previdente como bem poucos, requisitou a proteção de padre Bertino Weber (hoje monsenhor).
Foi o religioso mais fervoroso a freqüentar o Ernestão durante pelo menos 20 anos. E até nos seus programas de rádio, Bertino pedia ao Altíssimo que aquela bola cruzada aos 47 do 2° tempo, com o jogo em zero a zero, entrasse lá na gaveta.
Bertino, pai dos pobres, é contemporâneo do Ernestão – e quando o JEC mudou para a Arena Joinville, estádio sofisticadíssimo, o clube (além de construir uma capela) passou a trabalhar com dois religiosos mais jovens: padre Luisinho e padre Wilmar. A empatia de ambos pelo clube vem de berço, mas até agora a bola sempre bateu na trave.
Nem mesmo o técnico Waldemar Lemos escapou. Ele foi demitido após a derrota do tricolor para o Metropolitano, no último dia 20 de fevereiro. Além de Waldemar, o clube também rescindiu o contrato do auxiliar Jorge Pinheiro.
Amigos,
Hoje estou muito saudosista mesmo …
Por isso, deixo para vocês mais uma coluna do Maceió, relativamente recente (17/02/2008):
Os imortais do JEC
Em matéria de futebol, esta dupla sempre bateu na mesma tecla. O empresário Carlos Roberto Hansen e o gerente de banco Waldomiro Schützler tinham duas coisas em comum: primeiro, o olho clínico para inventar as fórmulas mais ousadas; segundo, sabiam negociar na compra e na venda de seus grandes atletas. Cau, sem usufruir de nenhuma vantagem, botava R$ 50 mil na compra de um jogador e Schützler o revendia, dois anos depois, por R$ 200 mil, R$ 250 mil.O lucro das negociações era para cobrir a folha, despesas de viagem e encargos. E, naquela época, entre 1976 e 1993, o JEC (ao lado do Bahia) construiu a maior pirâmide de títulos estaduais do futebol brasileiro. Dez no total. Fora as extraordinárias campanhas no Brasileirão, num período em que a maioria dos grandes talentos nacionais jogava aqui e não na Europa.Cau morreu cedo, e Schützler, que hoje sequer é lembrado para os jantares de aniversário do clube, vive no mesmo apartamento de 30 anos atrás. De vez em quando, alguém da imprensa resgata sua biografia ou o convida para uma entrevista no rádio. Enquanto isso, o futebol da cidade (gastando milhões) vive uma crise técnica sem precedentes.
Bom demais
Pergunta do advogado joinvilense Nilton Batisti:“Quem, entre cariocas, paulistas e gaúchos, foram os grandes âncoras do JEC?”O colunista sempre achou que o pessoal do Rio de Janeiro tinha mais peso, mas confrontando os valores, é jogo duro.
Os cariocas que migraram para o Ernestão na fase áurea do clube formaram, é verdade, uma superseleção: Borrachinha; Galvão, Vagner Bacharel, Adilço e Carlos Alberto; Gilvan, Edu Antunes e Moreno; Paulinho Carioca, Cláudio José e Silvinho (Mário Jorge).
Os paulistas também formaram uma base muito homogênea: Valter Diab; Alfinete, Edinho Baiano, Leo e Celso; Dorival Júnior, Ramires (hoje no Cruzeiro) e Nardela; Toninho Cajuru, Rinaldo (Edgar) e Paulo Egídio. Quais destes, nos dias de hoje, poderiam ser rotulados como craques? Como diz o cubano Alain Rocca Borero, do vôlei da Tigre/Unisul/Joinville: vários.
Força gaúcha
Os gaúchos também tiveram ativa participação nesta pirâmide de títulos do JEC: a começar pelo “5 de ouro” Jorge Luiz Carneiro. E depois dele, o fera Roberto Gaúcho, que saiu daqui para o Grêmio e de lá chegou ao estrelato jogando duas temporadas no Cruzeiro ao lado de Ronaldo Fenômeno.Por aqui também passaram o goleiro Gilmar, terceiro ou quarto na hierarquia do clube; o ponta Paulo Santos, autor do gol do título de 1982 em pleno Heriberto Hülse; dois zagueiros xerifões que se destacaram pela virilidade, Leandro e Valnil; o zagueirão da Seleção Brasileira olímpica Adilson Fernandes; e os pontas Francisco e Paulinho, que acompanharam o técnico Carlos Froner na conquista do título de 1979.Além deles, dois atacantes que ganharam status no futebol brasileiro: Barbieri e Ademir Padilha. Não por acaso, eles representaram, em valores financeiros, as maiores transações do futebol joinvilense. Barbieri foi vendido no final de 1982 para o Al Ahli, da Arábia Saudita, e Ademir, para o Grêmio, num pacote que envolveu muito dinheiro.
Amigos,
Hoje não tem post na sessão “Efemérides jequeanas” (em minhas rápidas pesquisas, não encontrei nenhum fato relevante ocorrido no dia 04 de março).
No entanto, para compensar, encontrei uma belíssima coluna do Maceió, publicada no dia de Natal do ano passado. Vale a pena ler:
JEC aqui, JEC ali, JEC lá!
Em meio à penumbra que toma conta do Joinville me deu um estalo: resgatar o passado e mostrar à juventude de hoje o quanto esse clube é amado por alguns ex-jogadores que até hoje rememorizam suas conquistas com extrema docilidade. Antes, abro parênteses para relembar velhas odisséias de um pentacampeão mundial, o preparador físico Paulo Paixão, que faz parte da antologia do nosso futebol. Diz ele: “Não esqueço do JEC nem da cidade. Os dois me proporcionaram excelente ambiente profissional e familiar”.Paixão esteve conosco em 1988 e 89, ao lado de Othon Valentim, e criou status na profissão trabalhando no Grêmio vice-campeão mundial (95), na conquista do Mundial do Japão em 2002 (ambos ao lado de Felipão), na conquista da Libertadores e do Mundial Interclubes pelo Inter em 2006 (ao lado de Abelão) – e hoje é quem monitora a preparação física da Seleção.
Títulos e mágoa
Já o uruguaio Luís Maich, preparador físico do Joinville nas conquistas do Estadual de 83, 84 e 85, não teve a mesma sorte. “Quando estava no auge e Edu Antunes (irmão de Zico) me convidou para trabalhar no Japão, tive câncer e perdi a maior oportunidade da minha carreira”, diz Maich. Hoje ele trabalha no futsal espanhol. Do JEC apenas uma reclamação: “Fui tricampeão catarinense, o time correu como nunca no Brasileiro de 86 e o Waldomiro Schützler me mandou embora, sem motivo algum, para dar o cargo ao Paulo Coutinho. Ele foi injusto comigo”.
Astros e lendas
Então é isso: o Joinville vive no coração de muita gente. Dos cobrões Edu Antunes, irmão e auxiliar de Zico no Fenerbahçe, da Turquia, Alfinete, Paulo Egídio, Maringá, Palmito, Leo, Clademir, Néia, Joel Mendes, Dorival Júnior (técnico do Cruzeiro), Hélio dos Anjos (treinador da seleção da Arábia Saudita), Wagner de Oliveira (técnico do Uberlândia), Borrachinha, Adilsão e Zaga (que estão no Golfo Pérsico), Abel Ribeiro. Todos, sem exceção, sempre revelam carinho pelo clube. Falta a geração de hoje fazer a sua parte.
Os momentos épicos
Só pra emendar esta prosa, vamos resgatar um pouquinho da biografia do clube: dos seus doze títulos estaduais, três foram conquistados dentro do Heriberto Hülse, dois no Orlando Scarpelli, um no Augusto Bauer, em Brusque, e um no Hercílio Luz, em Itajaí (o JEC, punido pelo TJD, teve de enfrentar o Avaí no estádio do Marcílio).
Numa das finais dentro do Scarpelli, o técnico Lauro Búrigo designou o entroncado Vanusa para fazer marcação especial sobre Nardela e enfiou pela goela da arbitragem uns gandulas brutamontes. Foi tragicômico: JEC campeão e a massa alvinegra a cuspir marimbondos em cima da sua diretoria.O JEC era movido por este instinto: ganhar títulos dentro e fora de casa. Com o mesmo espírito correu o Brasil jogando de igual para igual contra Vasco, Fluminense, Botafogo, Palmeiras, Cruzeiro, Grêmio, Corinthians, Santos e São Paulo. Tomou umas sovas do Inter lá, mas aqui o Colorado sempre rebolou….
Amigos,
Para ler e refletir, transcrevo mais duas notas da coluna do Maceió, publicada no AN de hoje:
Jogadores
Quantos jogadores novos os quatro grandes inscreveram para o Estadual 2008? Estamos levantando junto ao setor de registros da FCF. No escuro, aposto que quem contratou menos está na ponta da tabela – e quem contratou mais está dando cabeçadas na parede para tentar encontrar o melhor padrão de jogo.
Correria
Joinville tentava liberar, ontem, o registro dos jogadores Saulo e Lima, ambos laterais-esquerdos. A documentação vem das federações Mineira e Carioca. O tricolor, como sabem, recebe a Chapecoense no domingo sem sequer poder empatar.
Amigos,
Reflitam sobre a nota publicada pelo Maceió, em sua coluna do AN do último domingo:
Receita
Parceria em futebol só dá certo quando o clube se reserva o direito de contratar e dispensar. O lugar do Joinville é disputando títulos com o Criciúma, Figueirense e Avaí. E retornar, em dois anos, ao Brasileiro da Série B. Qual a química para reconquistar as posições que perdeu? Só trabalho, e alguém que saiba monitorar as contratações. Palavras de Raquete, gerente de futebol do Criciúma, que, em sua gestão, ganhou os Brasileiros da B e da C, além do Estadual de 2005.
Após contratar 9 jogadores nos últimos dias, a Diretoria anunciou a dispensa de 8 jogadores, conforme notícia publicada há poucos minutos do site do JEC:
04/03/2008 – JEC dispensa oito jogadores
Dentro de um processo de atualização do elenco do Joinville, que está contratando novos atletas, o clube liberou oito jogadores nesta terça-feira. O goleiro Gefferson Fock, os laterais Valentim, Ernani e Vinícius Gomes, o zagueiro Daniel Melo, os meias Nelio e Neizinho e o atacante Fabiano Silva não integram mais o time do JEC.
A tabela abaixo, elaborada pelo Blog do JEC, revela que as 9 contratações realizadas nos últimos dias visaram tão somente realizar uma “reposição” no elenco, tendo em vista a previsão de dispensa de 8 jogadores, concretizada no dia de hoje.
Posição / Dispensados / Contratados
Goleiro / Gefferson Fock / Vitor
Zagueiros / Daniel Melo / Josemar e Gustavo
Laterais / Valentim, Ernani e Vinícius Gomes / Jamesson, Lima e Saulo
Meias / Nélio e Neizinho / Rodrigo e Marcelo Moscatelli
Atacante / Fabiano Silva / Márcio Gomes
Na foto que ilustra o post, o jovem goleiro prata da casa, Gefferson Fock, que acabou sendo “sacrificado” dentro do processo de “atualização” de elenco do JEC.
O AN de hoje noticiou a contratação, por empréstimo, do atacante Márcio Gomes, de 20 anos, vindo do Cruzeiro (informação antecipada pelo Blog do JEC):
Novidade
Cruzeiro confirma em site que emprestou atacante de 20 anos para defender o JEC no Catarinense
A diretoria do Joinville não confirma, mas o atacante do Cruzeiro Márcio Gomes vai ser a próxima contratação do clube. Ontem, o site do time mineiro informava o empréstimo do jogador ao JEC. Márcio Gomes tem 20 anos, e chegou ao Cruzeiro em março de 2006, para a equipe júnior. Um ano depois, conquistou o então inédito título da Copa São Paulo de Futebol Júnior e repetiu o feito no final de 2007, levantando também a taça do Campeonato Brasileiro da categoria.
O jogador foi integrado aos profissionais do Cruzeiro no início de fevereiro e participou da partida em que a Raposa venceu o Democrata-SL por 3 a 0, no Mineirão. Nesse jogo, o jovem atleta entrou em campo aos sete minutos do segundo tempo.
O site Futebol Interior noticiou ontem a contratação pelo JEC, por empréstimo, do atacante Márcio Gomes, 20 anos, vindo do Cruzeiro.
Interessante observar que: a) o JEC é tratado pela reportagem como “time do Luxemburgo”; b) o novo reforço do JEC possui apenas 7 minutos de experiência jogando num time profissional.
O site do JEC ainda não confirmou a vinda de Márcio Gomes para o JEC. Igualmente, ainda não há confirmação oficial sobre a vinda do goleiro Vítor, do Vitória – BA.
Tais informações, contudo, já foram noticiadas pelas emissoras de rádio de Joinville e são amplamente comentadas desde a semana passada, nas diversas comunidades sobre o JEC no Orkut.
Vejam a íntegra da matéria publicada no Futebol Interior:
SC: `Time´ de Luxemburgo contrata atacante do Cruzeiro
Joinville, SC, 02 (AFI) – O Joinville, que é administrado pela empresa de marketing do técnico Vanderlei Luxemburgo contratou mais um reforço para a temporada de 2008. Trata-se do atacante Márcio Gomes, do Cruzeiro, que veio empresado até o fim do Campeonato Catarinense.
Márcio Gomes, 20 anos, é uma das promessas da Raposa para o futuro. Ele foi um dos destaques do time Campeão Brasileiro Sub-20 no final do ano passado, no Rio Grande do Sul. Ele também integrou o elenco campeão da Copa São Paulo de Juniores, em 2006.
Pelo profissional, o atacante atuou apenas sete minutos. Ele entrou no final da vitória sobre o Democrata-GV, por 3 a 0, pelo Campeonato Mineiro. Ele integrava o elenco principal desde fevereiro.
Vejam também matéria publicada no site do Cruzeiro, confirmando o empréstimo de Márcio Gomes para o JEC:
Atacante Márcio Gomes é emprestado ao Joinvillle
A diretoria do Cruzeiro acertou neste domingo o empréstimo do atacante Márcio Gomes, ex-júnior, e atual campeão brasileiro da categoria, ao Joiville. Pelo acordo o atleta celeste fica na equipe catarinense até o final do campeonato estadual.
Márcio Gomes de Souza, 20 anos, é natural de Justinópolis, Minas Gerais, e chegou ao Cruzeiro em março de 2006, para a equipe júnior. Um ano depois, conquistou o então inédito título da Copa São Paulo de Futebol Júnior e repetiu o feito no final de 2007, levantando também a taça do Campeonato Brasileiro da categoria.
Márcio Gomes foi integrado aos profissionais do Cruzeiro no início do mês de fevereiro e participou da partida em que a Raposa venceu o Democrata-SL por 3 x 0, no Mineirão. Na ocasião, o jovem atleta entrou em campo aos sete minutos do segundo tempo, em substituição ao também atacante Marcel.
(Texto final e foto: Site do Cruzeiro)
Há exatamente 23 anos atrás, no dia 03/03/1985, o JEC venceu o extinto Pinheiros por 1 a 0, pelo Campeonato Brasileiro, em jogo realizado no Ernestão.
O referido jogo representou o primeiro de uma série de 6 jogos sem derrota pelo Campeonato Brasileiro (5 vitórias e apenas 1 empate).
Na referida série invicta, o JEC venceu Pinheiros – PR, Brasília – DF e Leônico – BA jogando no Ernestão. Jogando fora de casa, o JEC venceu Corumbaense – MS e Uberlândia – MG e empatou com o Vila Nova – GO.
Na primeira fase do Campeonato Brasileiro de 1985 o JEC estava do Grupo D, formado por 12 clubes, que se enfrentavam em turno e returno, classificando-se 4 clubes para a segunda fase. Os times classificados no Grupo D foram Bangu (que foi vice-campeão brasileiro naquele ano), Ponte Preta, JEC e Brasil de Pelotas.
Na seqüência do Brasileiro, o JEC continuou realizando uma excelente campanha e por pouco não se classificou para as semifinais. A melhor participação do JEC em Campeonatos Brasileiros encerrou-se em 21/08/1985, com a conquista de um honroso 8º lugar.
Quando do encerramento do Brasileiro, o JEC já estava disputando o Catarinense de 1985. O octacampeonato catarinense foi conquistado de forma brilhante pelo JEC, num hexagonal decisivo que contou com a participação do JEC, Avaí, Figueirense, Internacioal, Hercílio Luz e Próspera. Em 10 jogos pelo hexagonal, o JEC obteve 6 vitórias, 3 empates e apenas 1 derrota.
O jogo final do Estadual foi realizado no dia 11/12/1985, em campo neutro (estádio do Marcílio Dias, na célebre “invasão tricolor” a Itajaí), e terminou com a vitória do JEC por 2 a 0, com gols de Geraldo e João Carlos Maringá.
Na foto que ilustra o post, o time octacampeão catarinense. Da esquerda para a direita: Léo, Leandro, Walter, Alfinete, Ricardo e Jacenir. Geraldo, Nardela, Wagner, João Carlos Maringá e Paulo Egídio.