O Presidente Márcio Vogelsanger concedeu entrevista ao SouJEC, na qual fala sobre o novo site do JEC.
Nesta entrevista, Márcio ressalta a importância do site para o Clube, elogia o site www.soujec.com.br e informa que ainda está decidindo se o novo site oficial do JEC será administrado pelos mesmos torcedores voluntários que administram o SouJEC ou se ficará sob a responsabilidade de uma empresa especializada.
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Saudações tricolores !
O Presidente Márcio Vogelsanger concedeu entrevista ao SouJEC, na qual fala sobre a venda de Ramires e comenta sobre a grande atenção que a atual Diretoria está dando para as categorias de base.
Nesta entrevista, Márcio lembra que os investimentos feitos nas categorias de base, apesar de não produzirem resultados imediatos, são a melhor alternativa para geração de receitas futuras para o JEC, como bem demonstrou a recente venda de Ramires para o Cruzeiro.
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Saudações tricolores !
Nesta quinta-feira o Presidente Márcio Vogelsanger concretizou a maior transação da história do Joinville e do futebol catarinense.
Após 2 dias de intensas negociações, o JEC vendeu ao Cruzeiro os 30% que ainda detinha sobre os direitos econômicos do jogador Ramires, 22 anos.
A venda foi fechada por 1,5 milhão de euros, além do empréstimo para o Joinville de 4 jogadores por temporada, durante os próximos 3 anos, com parte dos salários pagos pelo Cruzeiro. Caso estes jogadores sejam vendidos, o JEC ainda terá direito de receber 20% sobre o valor da venda.
O valor em dinheiro, equivalente a 1,5 milhão de euros, será recebido pelo JEC em 3 parcelas de 500 mil euros, com vencimento para 30, 180 e 360 dias.
Imediatamente após fechar o negócio com o JEC, o Cruzeiro confirmou a venda de Ramirez para o Benfica, pelo valor total de 7,5 milhões de euros.
Como se vê, o JEC ficou com 20% do valor final obtido pelo Cruzeiro, sem computar o valor do empréstimo dos 4 jogadores, durante 3 temporadas, com os salários total ou parcialmente pagos pelo Cruzeiro.
Os expressivos valores obtidos pelo JEC, além da garantia de 4 bons jogadores durante as próximas 3 temporadas, serão fundamentais para o processo de reconstrução do JEC, que nos próximos anos tentará recuperar a hegemonia no futebol catarinense e retornar às divisões de elite do futebol brasileiro.
Saudações tricolores !
Nereu Martinelli concedeu entrevista ao SouJEC, na qual comentou as chances do JEC de receber um convite da CBF para disputar a Série D, na eventualidade de haver desistências de clubes de outros estados, classificados para esta competição.
Martinelli comentou que está em contato permanente com a Federação Catarinense de Futebol e que acredita na possibilidade de o JEC disputar a Série D por convite, tendo em vista o bom posicionamento do clube do ranking da CBF.
Nereu Martinelli considera pouco provável que o Brusque desista da competição. Ele lembrou, porém, que caso o Brusque desista, a vaga por direito pertence ao JEC, que foi vice-campeão da Copa Santa Catarina de 2008.
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Saudações tricolores !
Nereu Martinelli concedeu entrevista ao SouJEC, na qual avaliou o desempenho do Joinville no Campeonato Estadual.
Nereu comentou o destino dos jogadores que compuseram o elenco do JEC neste Estadual e também comentou sobre o aproveitamento dos atuais integrantes da comissão técnica (Sergio Ramirez e Reverson Pimentel), que assumirão a coordenação técnica e a coordenação física das divisões de base do clube.
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Saudações tricolores !
O site Lancenet publicou na madrugada de hoje uma interessante matéria sobre o Joinville Esporte Clube, intitulada “Gigante adormecido”, na qual destaca o bom momento vivido pelo clube neste início de Campeonato Catarinense.
O Superintendente de Futebol Osni Fontan, entrevistado pelo Lancenet, falou o seguinte:
“O Joinville é um gigante adormecido. Houve uma reformulação quando assumimos em outubro de 2008 e nossa campanha teve como plataforma o futebol forte da década de 70 e sobretudo 80, quando vencemos sete vezes o Catarinense. Então, contratamos jogadores experientes e estamos formando um grupo muito forte.”
Indagado sobre o bom momento vivido pelo Clube, Fontan demonstrou que a diretoria do clube continua “com os pés no chão”, trabalhando com muita humidade, seriedade e dedicação:
“É um começo empolgante, a torcida está eufórica e fizemos um jogo espetacular contra o Figueirense no último domingo. Porém, ainda não tem nada ganho. As vitórias não aparecem sempre. Estamos trabalhando com bastante humildade. Joinville é a maior cidade de Santa Catarina, portanto, temos a obrigação de fazer um time forte”.
Ilustrando o post, mais uma belíssima imagem da brilhante vitória de domingo (Pena Filho, ClicRBS).
Saudações tricolores !
ASSOCIE-SE AO JEC ! INFORMAÇÕES: 3423-0012.
Amigos,
Maceió também registra uma nota de elogio a Paulinho Hoffman, responsável pelo registro de nossos jogadores na Federação (e também, segundo os jornais, responsável pela guarda das “rescisões em branco”, durante a gestão anterior…)
JEC-JEC
Alguém muito próximo à dupla Márcio Vogelsanger-Nereu Martinelli me confidencia: “Se Fontan perder o cargo que exerce na Fundema, é intenção da cúpula do JEC dar-lhe um cargo remunerado no departamento de futebol do clube.” Que os anjos digam amém!
JOINVILLE
José Pereira Sagaz se aposentou depois de 50 anos e deixou no JEC alguém tão competente quanto ele. Chama-se Paulo Hoffmann. Este jovem é hoje um dos maiores especialistas no registro de transferências de atletas do Estado.
O AN de hoje comentou assim o retorno de Márcio Vogelsanger à Presidência do JEC:
É na garra
Sem tempo e sem dinheiro, diretoria assume para virar o jogo no Joinville
Se alguém via Márcio Vogelsanger como um “fujão” por renunciar à presidência do Joinville em 2000 alegando falta de dinheiro, deve estar bastante surpreso. Ontem, ele voltou oficialmente à principal cadeira do clube sabendo que o que tem pela frente não é nada animador.
Vogelsanger, Nereu Martinelli e Osni Fontan têm de montar um time e colocá-lo em campo até 5 de novembro. Data da estréia na Copa Santa Catarina. Além do pouco tempo, o trio tem de driblar a falta de recursos.
O caixa tricolor está zerado. A esperança fica por conta da venda de alguns pratas-da-casa, como Ramires (hoje no Cruzeiro), Vinícius (emprestado ao futebol francês) e Léo.
Leiam a matéria do AN de hoje, comentando a posse de Márcio Vogelsanger na Presidência do JEC:
Vai começar uma nova história
Márcio Vogelsanger assume a presidência do clube discretamente, hoje, na Arena
O Joinville inicia hoje uma nova história. Márcio Vogelsanger assume a presidência do clube em uma cerimônia discreta, às 19 horas, na Arena Joinville.
Na verdade, o trabalho como principal comandante do JEC começou ontem. De manhã até a noite, Vogelsanger esteve reunido com o ainda presidente Adelir Alves. Visitou os centros de treinamento – da base e dos profissionais – e foi conhecer um pouco da situação administrativa e financeira do clube.
A promessa é de uma transição transparente. “Não quero que eles tenham as surpresas que nós tivemos quando eu assumi”, disse Adelir Alves.
Vogelsanger acha natural encontrar alguns desafios em uma troca de poder. Um deles será o que fazer com o atual elenco do tricolor – Nereu Martinelli, que será o homem forte do futebol, disse que poucos jogadores chamam sua atenção.
A maioria tem contrato até o final de 2009. “Vamos avaliar com calma. Só depois de algum tempo é que iremos saber quem fica, quem sai e quem será emprestado”, observa Vogelsanger.
Apesar de toda a crise que o clube enfrenta, não foram apenas problemas que Adelir Alves relatou à futura diretoria. O JEC tem um cheque certo chamado Ramires. Hoje no Cruzeiro, o clube detém 30% de seus direitos federativos. “Acreditamos que o Joinville possa receber R$ 5 milhões com esse jogador”, calcula Adelir. “Até 2 milhões já nos ofereceram”, fala.
O dirigente lembrou que as dívidas fiscais do clube – de aproximadamente R$ 3,2 milhões – estão sendo pagas com a Timemania, loteria criada pelo governo federal para ajudar os times de futebol.
No seu penúltimo dia no comando do Joinville, Adelir Alves voltou a lamentar os erros no futebol. “Jogamos fora cerca de R$ 600 mil em contratações na Série C do ano passado. Quando as coisas não dão certo, até amigos desaparecem”, reclamou.
Os outros tempos de Vogelsanger
Empresário assume presidência do JEC oito anos após renunciar ao cargo por falta de dinheiro no clube
O futebol é mesmo engraçado. Faz oito anos que Márcio Vogelsanger renunciou ao cargo de presidente do Joinville. Em junho de 2000, disse que o clube não tinha dinheiro e passou a bola para Irineu Machado. Na sexta-feira, o conselho deliberativo pediu, Vogelsanger aceitou o desafio e, terça-feira, senta novamente na cadeira mais importante do tricolor pelos próximos dois anos.
Vogelsanger aposta que “os tempos são outros” e “com futebol e com um bom time, o retorno financeiro aparece”. Então, é bom mesmo que os tempo sejam outros. Porque em 2000, o JEC havia acabado de conquistar seu 11º título estadual e estava na Série B do Brasileiro. Ou seja, o futebol ia de certa forma bem no Ernestão, casa tricolor na época.
Na terça-feira, Vogelsanger encontrará um cenário futebolístico bem diferente. O JEC terá de jogar a Copa Santa Catarina a partir de novembro. Competição que pode dar ao tricolor um lugar na Série D. No Catarinense de 2007, o JEC foi rebaixado. Neste ano, apenas lutou contra nova queda no campeonato.
Por cima disso, o JEC perdeu os R$ 150 mil mensais de seu principal patrocinador: a Whirlpool que detém a marca Consul.
Para o novo presidente do Joinville – o sétimo na história – , o número de sócios próximo dos 3,6 mil e a situação econômica do país favorecem sua administração. “E é claro que vamos correr atrás de recursos”, fala.
Faro de administrador, Vogelsanger tem. A família suíça chegou em Joinville em 1852. Um centenário depois, seu pai, Arinor Vogelsanger, idealizou a instalação de uma empresa de britagem. Ramo dos Vogelsangers até os dias de hoje.
Conhecer o JEC, Vogelsanger conhece. Além de presidente, foi diretor de 1993 a 1998.
No próximo dia 29, Márcio Vogelsanger completa 48 anos. Ganha como presente adiantado a difícil missão: tirar o Joinville da pior crise de sua história.
Primeira passagem
Junho de 1998 a junho de 2000
Jogos: 121 / Vitórias: 58 / Empates: 22 / Derrotas: 41
Gols Pró: 195 / Gols Contra: 142
Título: Campeão Catarinense 2000
Leiam a matéria do AN de hoje, relatando a reunião de ontem do Conselho Deliberativo, que confirmou Márcio Vogelsanger como Presidente do JEC, para o próximo biênio:
Uma noite repleta de decisões
Conselho do JEC anuncia Vogelsanger como presidente e acerta com Campos
O conselho deliberativo do Joinville, eleito pelos sócios do clube na quarta-feira, se reuniu em um auditório no centro da cidade, ontem à noite, para tomar algumas decisões. E tomou. A primeira delas foi acertar o nome do treinador do time. Leandro Campos, que começou a carreira nas divisões de base do JEC, foi o escolhido.
Depois, os conselheiros confirmaram o empresário Márcio Vogelsanger como presidente do clube pelos próximos dois anos. É o retorno de Vogelsanger à principal cadeira do tricolor. Em junho de 1998, ele assumiu o cargo, renunciado exatamente dois anos depois, um antes de cumprir todo o mandato. Na época, disse que o clube não tinha recursos para administrá-lo.
Vogelsanger assume oficialmente o tricolor na terça-feira. Data programada para a saída do atual presidente, Adelir Alves. “Primeiro, vamos fazer essa transição com calma e ficar por dentro de toda a situação do clube. Depois, vamos ver que rumo tomamos”, disse o futuro comandante do JEC.
O empresário Nereu Martinelli será mesmo o nome forte do futebol, responsável pela contratação de jogadores, como todos previam. Martinelli saiu do da reunião acumulando outro cargo, o de vice-presidente.
Curiosa foi posição tomada em relação ao ex-ídolo jequeano, Osni Fontan. Líder da Recomeçar, chapa vencedora das eleições de quarta-feira, na Arena, ele deixou o encontro sem uma função definida na atual diretoria. “Como todos sabem, tenho outra função (é presidente da Fundema) e, nesse momento, vou ajudar o departamento de futebol. Na verdade, vamos fazer o futebol do Joinville com seis mãos”, disse, referindo-se ao trabalho dele, de Nereu Martinelli e de Márcio Vogelsanger.
O NOVO JEC
CARGOS JÁ DEFINIDOS
Presidente do clube – Márcio Vogelsanger
Vice-presidente – Nereu Martinelli
Diretor de futebol – Nereu Martinelli
Presidente do conselho – Valdir Steglich
Vice do conselho – João Martinelli
Vejam a matéria de hoje do AN, relatando as primeiras medidas da nova Diretoria eleita
Depois das urnas, a briga no JEC é contra o relógio
Chapa eleita corre para encontrar um novo técnico e montar um time para a Copa SC
Os novos comandantes do Joinville começam agora uma corrida contra o tempo. Após ter vencido as eleições para o conselho deliberativo do clube, na quarta-feira, os líderes da chapa Recomeçar, Osni Fontan e Nereu Martinelli, podem anunciar hoje quem será o técnico da equipe. Com a derrota da situação nas urnas, Agenor Piccinin deixa o comando técnico do tricolor.
“Vamos assistir ao jogo do Juventus (o parceiro do JEC enfrenta o Próspera, em Jaraguá do Sul, pela Divisão Especial), no sábado, e queremos estar com o novo técnico para iniciar a avaliação dos atletas”, fala Osni Fontan.
A preferência da diretoria é por um técnico que conheça o futebol do interior de São Paulo. E alguns nomes começam a pipocar nos bastidores da Arena. Um deles é o de Sérgio Guedes, vice-campeão no Paulista deste ano pela Ponte Preta.
Mas com Nereu Martinelli voltando ao comando do futebol tricolor, é difícil não lembrar de Artur Neto, atualmente no ABC de Natal, na Série B.
Martinelli e Neto são amigos particulares. O polêmico técnico dirigiu o JEC nos dois últimos títulos estaduais que o clube conquistou (2000/2001).
Em 2005, Neto voltou ao Joinville. Martinelli era diretor de futebol. Mas, desta vez, os resultados em campo não apareceram.
Vejam a matéria do AN de hoje, relatando a consagradora vitória da Chapa Recomeçar, nas eleições para o Conselho Deliberativo do JEC:
O primeiro passo do recomeçar
O futuro do Joinville está nas mãos de Osni Fontan e Nereu Martinelli, principais representantes da chapa de oposição. Nas eleições para o conselho deliberativo, ontem, na Arena, eles derrotaram a situação do clube em uma votação esmagadora: 908 a 300.
A torcida do Joinville mostrou nas urnas o que todos sabiam. Ela quer mudanças, quer recomeçar. Por isso, a chapa de oposição à atual diretoria do clube venceu as eleições para o conselho deliberativo, ontem, de forma tão esmagadora: 908 a 300. O futuro do JEC está nas mãos do ídolo do passado, Osni Fontan, e do empresário Irineu Martinelli.
A partir de hoje, o grupo da vencedora Recomeçar assume o conselho deliberativo. Na próxima terça-feira, se reúne para indicar o presidente do clube. Chances maiores para Osni Fontan, que liderou a chapa até a vitória. Mas Nereu Martinelli, definido como o responsável pelas contratações dos jogadores na futura diretoria, pode acumular o cargo. Márcio Wogelsanger, presidente campeão Catarinense de 2000, também tem chances.
Os desafios dos novos comandantes são muitos. O primeiro deles é conhecer a parceira feita com o Juventus de Jaraguá do Sul. “Não sabemos como funciona. Não vamos assumir e encerrá-la assim. Mas não continuaremos com nada que possa prejudicar o clube”, avisa Fontan.
Depois, é formar uma equipe para a disputa da Copa Santa Catarina. Competição que começa em 5 de novembro e pode colocar o JEC na Série D do Brasileiro. Agenor Piccinin não será mais o técnico da equipe. “Respeitamos muito a atual comissão técnica. Mas queremos um treinador que conheça o futebol paulista. De lá podem vir alguns bons jogadores”, fala Martinelli.
A lista de dispensa deve ser imensa. “Vi uma partida, e só três jogadores chamaram nossa atenção. Dois pratas-da-casa – Anderson Pedra e Serginho. O outro era o Adilson (lateral-direito) que já conhecíamos”, adianta o futuro homem forte do futebol tricolor.
Vejam a matéria publicada pelo AN de hoje, trazendo promessas de campanha da Chapa Recomeçar:
Um time competitivo
A principal bandeira da Recomeçar é o investimento no futebol. A chamada chapa de oposição acredita que, com um time de ponta, o retorno financeiro será imediato.
A indefinição no grupo de Osni Fontan é justamente quem será indicado ao cargo de presidente. Três nomes são possíveis: o próprio Fontan, Nereu Martinelli e Márcio Wogelsanger, que era presidente no título Catarinense de 2000.
“O que sabemos é que o nome forte do nosso futebol será Nereu Martinelli. Se ele for presidente, vai acumular o cargo de diretor de futebol”, adianta Osni Fontan.
Único ex-jogador na disputa pelo comando do clube, Fontan promete resgatar um pouco da história. “Vamos ter ao nosso lado quem fez parte disso tudo”, avisa.