Entrevistamos Silvio (ex-goleiro do tricolor), Claudemir, Samuel e Marcelo Silva.
Silvio, ex-goleiro do JEC, compareceu na Arena para dar um abraço em seu amigo Gelson. Silvio Renato Nunes, tem 43 anos, é casado e pai de dois filhos.
Quantos jogos você realizou com a camisa do JEC?
“Foram 288 partidas.”
E quantos títulos conquistou?
“Foram 3. A melhor época no JEC foi quando disputei a Copa do Brasil, atual Campeonato Brasileiro, nos anos 89/90.”
E sua transferência para o Grêmio?
“Fui emprestado, na época eu disputei o Gaúcho como titular e em dezembro de 95 o Grêmio comprou meu passe.”
Hoje você faz o quê?
“Sou preparador de goleiros e estou morando em Joinville, já recebi propostas para jogar a Primeirona, está quase certo que seja o Paraíba.”
Você não jogou as duas partidas do campeonato contra a Chapecoense, você está pronto para jogar? O que tem a falar sobre o jogo?
“Realmente, as duas únicas partidas que eu fiquei de fora neste campeonato foram diante a Chapecoense, nosso próximo adversário e adversário direto pela vaga na série D. Espero ser confirmado pelo Gelson, e poder atuar contra a Chapecoense, sabendo que é um jogo decisivo. Estarei pronto e dedicado como sempre faço. Dentro de campo nunca prometo ao torcedor que eu vou ser o melhor homem em campo ou que minha parte técnica vai ser a melhor possível, mas prometo sim muito empenho e dedicação como eu venho sempre fazendo junto com meus companheiros. Temos força o suficiente para reverter esta situação. No momento que a gente se encontra, espero o apoio do torcedor, que estejam ao nosso lado, pois nós vamos dar a volta por cima, nós iremos conseguir muitas conquistas pelo JEC ainda.”
Você já renovou seu contrato com o JEC, qual o motivo?
“Tive o prazer de renovar com o Joinville, e espero dar continuidade ao meu trabalho aqui no clube onde me sinto em casa, diante de um torcedor que já me conhece e sabe meu empenho e minha luta, da garra que em tenho em vestir esta camisa do Joinville. Ter renovado por mais um ano foi bom para o clube e para mim, espero que a gente possa conquistar uma boa classificação nesta fase do campeonato, primeiramente a série D e quem sabe ainda sonhar com a disputa da final, nada é impossível. Espero que com minha renovação possa dar o melhor a cada dia pela equipe do Joinville.”
O que você tem a falar sobre o jogo em Chapecó?
“Eu acho que vai ser um jogo difícil, como foram todos até agora, mas é um jogo que a gente vai ter que se doar muito mais do que a gente vem se doando até agora, pois é um dos times que nós não conseguimos ganhar ainda, e o momento é agora. Nós iremos nos fortalecer e buscar resultados fora de casa e também dentro de casa, porque são dois jogos difíceis contra a Chapecoense e que, se vencermos, iremos nos recuperar tanto das derrotas que tivemos quanto na competição.”
Se o JEC classificar para a série D, você fica?
“Eu acho que a questão de ficar cabe ao Joinville, não é o jogador que escolhe, quem escolhe é o clube. Se o Joinville estiver de acordo com minha permanência e arcar com as condições, pois eu não trabalho sozinho, eu tenho certeza que irá ser uma grande felicidade para mim, pois estou me sentindo muito bem na cidade, além da torcida, que vem me apoiando dentro de campo como apoia todo o time. Estou feliz aqui e enquanto eu estiver feliz eu acho que aqui é meu lugar.”
O que o torcedor pode esperar do jogo em Chapecó?
“O jogo de Chapecó além de ser muito importante será decisivo. Contra o Avaí, mesmo perdendo, a equipe se empenhou bastante, eu acho que quem assistiu a partida viu que o time não tem mais aquele marasmo e está procurando se recuperar destes momentos difíceis que a equipe passou em jogos anteriores. A tendência é daqui para a frente melhorar.”