Salve galera Tricolor.
Para quem ainda não viu, segue abaixo uma entrevista que o técnico Sérgio Ramírez concedeu para o AN. Muito bom, vale a pena ler.
Abraço!
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Nesta quarta-feira conversamos com Sérgio Ramirez, Reverson Pimentel e Carlinhos Santos. Seguem as entrevistas.
Quem você pretende escalar contra o Criciúma: Aldair, Juliano ou Marcelinho?
“No término do jogo contra o Avaí, já comecei a repensar nisso. Ambas as formações foram boas, deram posse de bola. Nós precisamos de ofensividade, então, eu diria que nós estamos bem servidos, de uma maneira ou de outra me agradarão as duas situações. Não vai ser difícil resolver, dentro do elenco estão todos prontos, quem entrar vai dar conta do recado. O Juliano ficou no banco, entrou aos 25 minutos, e entrou muito bem, se encaixou, deu marcação e alimentação ali no ataque e agradou completamente.”
O que você tem a dizer sobre a recuperação de Charles?
“O Charles, semana passada, começou um trabalho depois que o doutor o liberou da cirurgia. A única preocupação com ele era problema de peso, pois ele perdeu 4 quilos, e diante disso nós já estamos em um trabalho de recuperação, com uma alimentação diferenciada com calorias e suplementos, e queremos ir colocando ele no trabalho com bola, para que ele volta ao seu peso, com a diminuição do peso ele está propenso a lesões musculares. Para o jogo contra o Criciúma ainda é cedo, mas para a próxima semana, talvez, ele esteja liberado.”
Como é para você enfrentar um adversário que não aspira mais nada na competição?
“Isso só dificulta, pois o Criciúma está passando por um momento delicado, é um time que vai querer ganhar, estará jogando em casa com a pressão da torcida, e nós sabemos a dificuldade que vamos encontrar, mas nosso time tem grandes possibilidades de ir a Criciúma e buscar um grande resultado. Com humildade e pés no chão iremos jogar como estamos jogando para poder voltar com os 3 pontos.”
Ricardo Oliveira vem sendo um dos destaques do tricolor neste campeonato Catarinense, e cedeu um entrevista a nós do Sou JEC.
Você corre o campo todo, defende como ataca, o que você tem a falar sobre esta dedicação?
“É o dia-a-dia que nos proporciona fazer o melhor no jogo, então procuro me dedicar ao máximo a cada dia no meu trabalho que o treinador passa, para que eu possa chegar dentro de campo e se doar o máximo. É a profissão que exerço e tenho que procurar fazer o melhor possível.”
Se o Joinville se classificar para a série D, você fica?
“Estou focado no momento do JEC agora. Temos que pelo menos nos classificar e brigar para sermos campeões. Depois nós iremos conversar com o Nereu para ver que rumo vamos tomar.”
Samuel e Alessandro Lopes, a parede tricolor, nas duas últimas partidas foram eleitos os melhores zagueiros da rodada. Segue entrevista com os dois jogadores.
Você chegou ao Joinville desconhecido e se mostrou um zagueiro firme e seguro, o que você pensa sobre isso?
“Cheguei meio desconhecido no Estado, não tinha atuado em nenhuma equipe daqui. É minha primeira experiência em SC, só tinha atuado em SP desde 2004, quando subi para os profissionais. Cheguei a um clube que ninguém estava acreditando muito, mas graças a Deus fizemos um bom trabalho até agora e esperamos fechar com chave de ouro.”
Quais times você já atuou?
“Eu comecei em 1999 na base do São Paulo e em 2000 fui para a Portuguesa, onde fiquei até 2004, com 16 anos, fui para o Ituano já como profissional e joguei algumas partidas pela série B e também do campeonato Paulista. Voltei para a Portuguesa, em 2007, e fui campeão da série A2, e também a ascenção para a série A. Estive também no Comercial, Ceará e por último estive no Paraná e então vim para o JEC. E graças a Deus até agora tem dado tudo certo, e que sejamos felizes nesta reta final de campeonato.”
Você chegou, esperou sua oportunidade, e quando ela apareceu, não saiu mais do time. O que pensa a respeito disso?
“Primeiramente agradeço a Deus por estar trabalhando no JEC, pois é um clube muito bem estruturado. Sempre trabalhei firme e forte sabendo que um dia a oportunidade iria aparecer, e no momento que ela surgiu eu soube corresponder bem para meus companheiros e para os treinadores que por aqui passaram.”
Quais clubes você já atuou?
“Comecei nas categorias de base do Atlético Paranaense, depois joguei no profissional do Atlético Paranaense, onde fui vice-campeão Brasileiro em 2004. Em 2005 fui para o Grêmio, onde tive participação na equipe que foi campeã da série B. Joguei no Avaí em 2007, também na Portuguesa e por último estava no Toledo.”
Ricardo Oliveira
Ricardo Oliveira demonstra satisfação pela vitória e agradece o apoio da torcida tricolor.
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Claudemir
Claudemir se mostra muito feliz com o resultado e demonstra confiança para o jogo decisivo contra o Criciúma.
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Carlinhos Santos
Carlinhos Santos fala sobre a lesão sentida na região superior do músculo adutor da coxa esquerda. Ele tem muita esperança de participar da próxima partida.
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Ramirez
Ramirez se mostra feliz após a segunda vitória e já começa a projetar o próximo desafio, contra o Criciúma, fora de casa. O treinador também comenta sua decisão de iniciar o jogo com Marcelinho e Aldair no time.
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Ramirez cedeu uma entrevista no treino da manhã de ontem, onde falou sobre o elenco, a torcida e o jogo de hoje contra o Avaí.
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Na tarde de ontem Chiquinho, Charles, Juliano e Carlinhos Santos cederam entrevista ao SouJEC.
Como você vê esta sua volta, e ainda sendo o melhor em campo?
“Esse é o meu trabalho, dedicação do dia-a-dia, nós temos que acreditar em nosso potêncial, e também de todo o grupo, isso é importante, não desistir nunca, insistir naquilo que você vem fazendo de errado e fazer certo. Isso foi o primordial para minha volta, para, não só eu, mas todo o grupo fazer um bom jogo, eu dependo de meus companheiros e eles me deram muita força, estou muito feliz com este jogo, mas não é nada ainda, é apenas um degrau que nós conseguimos subir. Temos mais duas decisões ainda pela frente.”
Como foi ter a presença de Lauri, seu pai, na Arena?
“Eu estou muito feliz pela visita de meu pai, que veio de Porto Alegre ontem no dia do jogo, veio me apoiar nesse jogo e é sempre importante ter seus familiares ao seu lado. Meu pai era meu empresário antes do Taffarel e do Paulo Roberto, é a pessoa que eu me abro sempre, ele me dá muitos conselhos, e achei muito importante ele ter vindo. Nos abraçamos e choramos antes do jogo, porque a tensão era muito grande, eu agradeço muito a ele e espero que ele dê sorte contra o Avaí também.”
Você já está liberado para os treinos leves, o que pensa sobre isso?
“Voltar aos treinos sempre é bom, depois de 15 dias parado a melhor coisa é voltar a treinar, e fé em Deus para não sentir nada para que possa ajudar nossa equipe.”
E a previsão de voltar a jogar?
“A minha volta aos jogos é só o tempo quem vai dizer, tenho uma semana para trabalhar a parte física, já que neste tempo parado pedi 3 quilos, tem que trabalhar forte e com fé em Deus para que a gente se classifique para a final e eu já possa estar a disposição do técnico Ramirez.”
Como vocês jogadores encararam o jogo com a Chapecoense?
“A partida contra a Chapecoense a equipe encarou com espírito justo, é o espírito que nós devemos entrar em campo. Conseguimos o primeiro passo, agora é manter. Temos o Avaí agora que é uma equipe muito qualificada, vamos manter esta mesma pegada e o mesmo foco que nós tivemos diante da Chapecoense, melhorar alguns aspectos, é claro, para podermos sair com mais uma vitória diante do Avaí.”
Como você analisa o jogo contra a Chapecoense?
“Foi um recomeço do objetivo que o grupo está traçando. O jogo de ontem (9) foi muito importante para a gente e eu tenho certeza que se nós entrarmos focados novamente nessas duas últimas partidas nós vamos chegar no objetivo que é a classificação para a série D e com certeza iremos brigar pelo título.”
E o jogo contra o Avaí?
“Sabemos da dificuldade que vamos enfrentar, a equipe do Avaí deve vir muito bem postada, mas nossa equipe está determinada, vamos entrar com o mesmo espírito de luta que foi contra o Chapecoense, marcando forte para que possamos buscar o resultado positivo. Pedimos, também, o apoio da nossa torcida que até agora foi maravilhosa, para que nós possamos dar essa vitória para a torcida.”
Logo após o encerramento da partida, Sergio Ramirez concedeu entrevista coletiva, avaliando o desempenho do time.
Ramirez se mostrou muito satisfeito com o resultado. Ele destacou o papel de Chiquinho e do jovem Aldair no jogo de hoje.
O treinador também fez grandes elogios ao Departamento de Futebol de Base do Tricolor, responsável pela revelação do Aldair.
O SouJEC estava presente na entrevista coletiva e traz a você todas as palavras do nosso novo e vitorioso comandante.
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Saudações tricolores !
Entrevista exclusiva com Chiquinho, o melhor jogador em campo
Ainda no gramado da Arena Joinville, Chiquinho concedeu entrevista exclusiva so SouJEC.
Chiquinho agradeceu a presença e o apoio da torcida. Ele se mostrou muito feliz com sua atuação, que lhe rendeu o troféu de melhor homem em campo.
Chiquinho elogiou a postura da equipe e convocou a torcida para lotar a Arena no próximo domingo, no jogo contra o Avaí.
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Entrevista exclusiva com Rogério Souza
No caminho para os vestiários, ainda cansado pelo esforço da partida, o polivalente Rogério Souza concedeu entrevista exclusiva ao SouJEC.
O atleta se mostrou muito feliz com a vitória de ontem e convocou a torcida para lotar a Arena no próximo domingo. Ao fundo, ainda se ouvem os cantos de comemoração da torcida tricolor.
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Entrevista exclusiva com Juliano
No caminho para os vestiários, o meia Juliano, autor do primeiro gol, concedeu entrevista exclusiva ao SouJEC.
O atleta se mostrou extremamente satisfeito com a postura daa equipe em campo e com o brilhante resultado, que recoloca o Joinville na briga pelo título catarinense.
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Saudações tricolores !
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Vídeo exclusivo no qual Sergio Ramirez afirma que confia muito em Aldair, está bastante otimista com o time e convoca a torcida para apoiar o JEC durante os 90 minutos da partida de amanhã.
Saudações tricolores !
William
William cedeu ao Sou JEC uma entrevista exclusiva, onde fala sobre sua recuperação, veja o vídeo a seguir.
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Também entrevistamos Chiquinho, Vaguinho e Fantick, onde você pode ver a entrevista na íntegra abaixo.
Você já se sente bem fisicamente para estar a disposição da comissão técnica?
“Sim já me sinto bem, fiz um trabalho forte com o Moreira na parte física, cheguei em um momento em que eu não tinha feito uma pré-temporada, acabei fazendo um bom jogo na minha estreia, depois não consegui manter a boa forma por causa da minha parte física. Tive um tempo para trabalhar e quando voltei não consegui render o que eu esperava, mas sei que posso render. Infelizmente, futebol tem dessas coisas, eu clinicamente me sinto 100%. Ouvi falarem muito de um problema que tive à um tempo atrás, isso não tem nada a ver, já foi superado, a questão mesmo é que eu não consegui me adaptar, não consegui encontrar meu bom futebol aqui. Espero ter uma nova oportunidade para ajudar o Joinville.”
Qual sua expectativa para quinta-feira? Fica a disposição?
“A expectativa é a melhor possível, nós conseguirmos a vitória, jogando bem, que é o importante, e sair com os três pontos, isso dá mais confiança ao grupo. Eu me sinto 100% e estou a disposição da comissão técnica para dar minha contribuição. Estou com muita vontade de voltar a jogar e fazer parte do grupo.”
Você está se sentindo bem clinicamente e fisicamente?
“Hoje (06) pela manhã fui liberado com restrições do departamento médico, ainda tenho que fazer uma avaliação com Dr. Vilela. Estou sem jogar uma partida inteira desde Agosto do ano passado, devido esta grave lesão que eu tive em dois lugares, fiquei afastado de todo o campeonato e só agora no final comecei a fazer um trabalho de fortalecimento e reforço e quem sabe depois de mais uma avaliação e mais trabalho, esta semana possa fazer parte do Grupo Novamente.”
Você já se sente preparado para quinta-feira?
“Claro que com tudo isso que vem acontecendo, a gente sabe da capacidade que a gente tem, mesmo com um condicionamento bem abaixo dos outros, mas eu tenho certeza que na empolgação e na vontade a gente supera, vocês podem ver o Ronaldo, com todo este problema de peso e lesões ele voltou a jogar, voltou a fazer o que gosta e isso não é diferente comigo. Só gostaria de um pouco de compreensão de todos, vocês precisam saber o que passei este ano, que não foi um ano muito bom para mim, de estar com estas lesões graves e não poder estar ajudando. Quem sabe com uma nova avaliação possa estar a disposição.”
Qual sua situação hoje? Já que não viajou para Chapecó, já está totalmente recuperado?
“Eu estou bem fisicamente e na parte clínica também. Tive uma lesão na coxa mas já faz bastante tempo que eu venho treinando, e estou treinando bem, graças a Deus. Estou na expectativa de poder contribuir nesta reta final do campeonato. Eu tenho esperança que nós possamos conseguir a tão sonhada vaga para a série D, que é o objetivo real de todo o grupo. Eu vou continuar trabalhando como estou fazendo nestas últimas semanas, e também ajudar a motivar o pessoal, e nestes 3 jogos que restam darmos a volta por cima.”
Qual sua expectativa para o jogo de quinta-feira?
“O mais importante é nós conseguirmos a vitória, questão individual nós temos que deixar um pouco de lado, com certeza temos que unir nossas forças para buscar dentro de cada um de nós a vontade e determinação para que o time melhore, estou a disposição do treinador e me empenhando o máximo dentro dos treino, para buscarmos a vaga na série D que é tão importante para nós e para toda Joinville.”
Entrevistamos Silvio (ex-goleiro do tricolor), Claudemir, Samuel e Marcelo Silva.
Silvio, ex-goleiro do JEC, compareceu na Arena para dar um abraço em seu amigo Gelson. Silvio Renato Nunes, tem 43 anos, é casado e pai de dois filhos.
Quantos jogos você realizou com a camisa do JEC?
“Foram 288 partidas.”
E quantos títulos conquistou?
“Foram 3. A melhor época no JEC foi quando disputei a Copa do Brasil, atual Campeonato Brasileiro, nos anos 89/90.”
E sua transferência para o Grêmio?
“Fui emprestado, na época eu disputei o Gaúcho como titular e em dezembro de 95 o Grêmio comprou meu passe.”
Hoje você faz o quê?
“Sou preparador de goleiros e estou morando em Joinville, já recebi propostas para jogar a Primeirona, está quase certo que seja o Paraíba.”
Você não jogou as duas partidas do campeonato contra a Chapecoense, você está pronto para jogar? O que tem a falar sobre o jogo?
“Realmente, as duas únicas partidas que eu fiquei de fora neste campeonato foram diante a Chapecoense, nosso próximo adversário e adversário direto pela vaga na série D. Espero ser confirmado pelo Gelson, e poder atuar contra a Chapecoense, sabendo que é um jogo decisivo. Estarei pronto e dedicado como sempre faço. Dentro de campo nunca prometo ao torcedor que eu vou ser o melhor homem em campo ou que minha parte técnica vai ser a melhor possível, mas prometo sim muito empenho e dedicação como eu venho sempre fazendo junto com meus companheiros. Temos força o suficiente para reverter esta situação. No momento que a gente se encontra, espero o apoio do torcedor, que estejam ao nosso lado, pois nós vamos dar a volta por cima, nós iremos conseguir muitas conquistas pelo JEC ainda.”
Você já renovou seu contrato com o JEC, qual o motivo?
“Tive o prazer de renovar com o Joinville, e espero dar continuidade ao meu trabalho aqui no clube onde me sinto em casa, diante de um torcedor que já me conhece e sabe meu empenho e minha luta, da garra que em tenho em vestir esta camisa do Joinville. Ter renovado por mais um ano foi bom para o clube e para mim, espero que a gente possa conquistar uma boa classificação nesta fase do campeonato, primeiramente a série D e quem sabe ainda sonhar com a disputa da final, nada é impossível. Espero que com minha renovação possa dar o melhor a cada dia pela equipe do Joinville.”
O que você tem a falar sobre o jogo em Chapecó?
“Eu acho que vai ser um jogo difícil, como foram todos até agora, mas é um jogo que a gente vai ter que se doar muito mais do que a gente vem se doando até agora, pois é um dos times que nós não conseguimos ganhar ainda, e o momento é agora. Nós iremos nos fortalecer e buscar resultados fora de casa e também dentro de casa, porque são dois jogos difíceis contra a Chapecoense e que, se vencermos, iremos nos recuperar tanto das derrotas que tivemos quanto na competição.”
Se o JEC classificar para a série D, você fica?
“Eu acho que a questão de ficar cabe ao Joinville, não é o jogador que escolhe, quem escolhe é o clube. Se o Joinville estiver de acordo com minha permanência e arcar com as condições, pois eu não trabalho sozinho, eu tenho certeza que irá ser uma grande felicidade para mim, pois estou me sentindo muito bem na cidade, além da torcida, que vem me apoiando dentro de campo como apoia todo o time. Estou feliz aqui e enquanto eu estiver feliz eu acho que aqui é meu lugar.”
O que o torcedor pode esperar do jogo em Chapecó?
“O jogo de Chapecó além de ser muito importante será decisivo. Contra o Avaí, mesmo perdendo, a equipe se empenhou bastante, eu acho que quem assistiu a partida viu que o time não tem mais aquele marasmo e está procurando se recuperar destes momentos difíceis que a equipe passou em jogos anteriores. A tendência é daqui para a frente melhorar.”
Realizamos entrevistas com 3 nomes do nosso tricolor, Reverson Pimentel, preparador físico do JEC, Fábio Oliveira e Carlinhos Santos, cada um nos respondeu algumas perguntas.
Reverson Pimentel
Quando você chegou no JEC como estava a parte física?
“Cheguei no JEC sabendo de todos os problemas que existiam na parte física. O time estava com 5 lesões musculares e o restante do grupo propenso a lesões também. Mudei a alimentação, a suplementação e a recuperação dos atletas, pois treino é jogo. Junto com o Departamento Médico fizemos um trabalho de prevenção de lesão e musculação.”.
E hoje como está o grupo?
“As lesões diminuiram, o grupo já consegue ter um volume maior de jogo. Quando cheguei não tinha mais tempo para eu trabalhar, então criei uma estratégia nova para poder trabalhar”.
Fabio Marcelo Oliveira, é casado, pai de um filho de 12 anos.
Você já voltou para o JEC três vezes, sendo que foi artilheiro pelas equipes que jogou, estava no Madureira como titular, porque você preferiu voltar?
“Preferi voltar por causa do Nereu Martinelli, sempre foi como um pai para mim. A torcida sempre me tratou muito bem e aqui estou em casa.”
O que você está achando do quadrangular?
“O campeonato catarinense é muito forte, depois de Rio de Janeiro e São Paulo, acho que o Catarinense e o Goiano são os melhores estaduais para se jogar.”
Você fica?
“Fico se o clube quiser, é lógico.”
Carlos Cezar dos Santos Filho, tem uma filha de 1 ano e 3 meses.
Você já renovou com o JEC. Gostou da cidade? Da estrutura do JEC?
“Para mim é uma vida nova em Santa Catarina, estou aqui há 4 meses e me sinto muito bem! Fiquei pela confiança que Nereu Martinelli depositou em mim e em meu futebol.”
Qual a sua função no esquema tático?
“Quando o adversário vem com dois atacantes eu fico mais preso, quando vem com um atacante tenho mais liberdade.”
Entrevista com Rogério Corrêa
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Entrevista com Xavier
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Entrevista com Gelson Silva
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