Neste exato momento, Sergio Ramirez (foto, RBS) está tendo o primeiro contato com o elenco do Joinville.
Esta é a oportunidade para Ramirez conhecer o grupo, descobrir a verdadeira causa da queda de rendimento do time e apontar o caminho que deverá ser seguido em busca da recuperação.
No dia de ontem, logo após chegar a Joinville, Sergio Ramirez deu suas primeiras declarações à imprensa.
O discurso foi bastante otimista:
“Ninguém desaprende a jogar futebol. Esse time provou que tem qualidade vencendo cinco partidas seguidas. É preciso despertar a coragem dos jogadores para que eles voltem a vencer.”
“Não adianta ser bom. É preciso um algo mais”.
“Conheço bem o time do Joinville e a maioria dos jogadores. Acredito que é possível vencer as três partidas que faltam”.
“Vou brigar pelo título. Por isso, peço que a torcida lote a Arena com as cores do clube. Ela sempre fez a diferença.”
Estamos a 3 vitórias da Série D!
Estamos a 5 vitórias do título catarinense!
Saudações tricolores!
Na tarde de ontem, tive a oportunidade de conversar com Gelson Silva, ex-técnico do Joinville. A conversa ocorreu no aeroporto de Florianópolis.
Gelson Silva se mostrou bastante abatido e triste com a sequência de maus resultados. Por outro lado, ele mostrou que está com a consciência tranquila, própria dos profissionais que agem com honestidade e que dão o melhor de si em favor do clube para o qual estejam trabalhando.
Nesta última conversa com o SouJEC, Gelson Silva deu mais uma grande demonstração de educação e cordialidade. Mesmo enfrentando um momento difícil, Gelson respondeu a todas as nossas perguntas, com sua tradicional calma e serenidade.
Ao final dessa conversa, cheguei à conclusão de que a mídia é a principal responsável por criar uma má imagem sobre os nosso jogadores, com o claro interesse de nos enfraquecer. Adivinha em interesse de quem ?
A realidade sobre o nosso grupo é outra, bem diferente.
Concluí, ainda, que as únicas pessoas com autoridade moral para falar dos nossos atletas são Márcio Vogelsanger, Nereu Martinelli e Osni Fontan. E eles estão em absoluto silêncio. Até o momento, nenhum deles falou nada que pudesse desabonar a honra dos nossos atletas. E por quê isso ? Provavelmente porque não há nada para falar.
Vejam a seguir as principais declarações de Gelson Silva.
O ânimo do grupo
Gelson Silva assegurou que o grupo tem plenas condições de reverter a situação difícil na qual o JEC se encontra.
Segundo Gelson, o grupo tem consciência de sua capacidade, a qual ficou evidente no primeiro tempo das duas últimas partidas, contra o Avaí e contra a Chapecoense.
A sequência de maus resultados está incomodando e pressionando intimamente os jogadores, mas eles encontrarão forças para reagir, na opinião de Gelson Silva.
Na opinião do ex-treinador, o apoio da torcida é fundamental para auxiliar os jogadores na sua luta pela recuperação.
As razões da queda do time
Gelson Silva não sabe apontar uma única causa para a repentina queda de rendimento do time. Ele atribui esse fato a uma série de fatores.
Gelson foi muito claro ao dizer que assumiu um grupo em péssimas condições físicas. Segundo Gelson, todos os jogadores estavam jogando no seu limite, altamente propensos a sofrer lesões musculares.
Gelson Silva não tem dúvidas em afirmar que este quadro se deveu a erros cometidos na preparação física durante a pré-temporada. Nesta ocasião, a preparação física do clube estava a cargo de Anderson Paixão.
Gelson e Reverson fizeram o máximo para recuperar os jogadores e colocá-los em condição de enfrentar as rodadas finais do campeonato.
Segundo Gelson, em nenhum momento o elenco do Joinville atingiu as condições físicas ideais. Se ele fosse trabalhar apenas com atletas em plenas condições físicas, ele simplesmente não teria 11 atletas para escalar em cada jogo.
Por tudo isso, ele elogiou muito o grupo, que se sacrificou bastante ao longo de todas as partidas do returno e que vem se dedicando ainda mais nas partidas do quadrangular.
Interferência da diretoria na escalação do time
Gelson Silva negou categoricamente qualquer tentativa da diretoria de influenciar na escalação do time.
Gelson Silva assegurou que, durante as 12 rodadas que permaneceu à frente do JEC, teve plena liberdade para decidir sobre quem seria relacionado e quem seria escalado.
O ex-treinador elogiou intensamente o trabalho da diretoria. Chegou a dizer o seguinte: “Será uma tremenda injustiça se esta diretoria não alcançar os seus objetivos“.
Foco dos jogadores na competição
Gelson Silva assegurou que todos os jogadores sempre estiveram e continuam inteiramente focados no Joinville e no campeonato catarinense.
Gelson negou, taxativamente, que algum jogador esteja se empenhando menos no trabalho, por causa de eventuais propostas de trabalho recebidas.
Ele elogiou o grupo de jogadores do Joinville, que na sua opinião é formado por verdadeiros profissionais.
Importante destacar que Gelson Silva, já demitido do Joinville, não teria motivos para mentir, em defesa dos jogadores.
Ao admitir que o elenco do Joinville é leal, profissional e dedicado, Gelson Silva acaba admitindo que teve um bom grupo nas mãos e que, mesmo assim, não obteve os resultados desejados.
Sua opinião sobre Sergio Ramirez
Gelson Silva disse conhecer Sergio Ramirez. Afirmou que ele é um excelente técnico e acredita que ele foi uma excelente escolha para o atual momento do Joinville.
Gelson ressaltou que Sergio Ramirez precisa ter tranquilidade para conversar com o grupo e transmitir a eles a sua filosofia de trabalho.
Na sua opinião, a melhor ajuda que a torcida pode dar ao JEC, neste momento, é deixar Sergio Ramirez trabalhar com o grupo, com calma e tranquilidade.
Para Gelson, quaisquer outras manifestações da torcida, apesar de bem intencionadas, podem prejudicar o clube, neste momento tão delicado.
A torcida do Joinville
Segundo Gelson, a experiência à frente do Joinville apenas confirmou a imagem que ela já tinha sobre a torcida do JEC.
Em sua opinião, realmente temos uma torcida enorme, fiel e fanática, que ajuda muito os jogadores durante as partidas, especialmente dentro da Arena Joinville.
Ele falou que a nossa torcida, mais do que qualquer outra, merece títulos e grandes conquistas, pelo apoio incondicional que oferece à sua equipe.
O seu futuro profissional
Gelson Silva se disse tranquilo e confiante no seu futuro pessoal.
Homem cristão, Gelson se satisfaz em realizar um trabalho digno, ético e competente.
Mensagem final
Gelson final agradeceu ao clube e à torcida e disse desejar muito sucesso ao Joinville, no restante da competição.
Saudações tricolores !
Estamos a 3 vitórias da Série D e da final do campeonato !
Estamos a 5 vitórias do título catarinense !
O uruguaio Sergio Ramirez (foto, site do Milton Neves) está de volta à Arena, para conquistar o título que perdeu em 2006.
A diretoria do JEC concretizou o acerto com Ramirez durante a madrugada.
Sempre ético em suas atitudes, Nereu Martinelli conversou com Gelson Silva por telefone, antes de acertar a contratação de Sérgio Ramirez.
A chegada do novo treinador a Joinville é aguardada para o final da tarde, pouco antes do horário previsto para a chegada da delegação, que retorna de Chapecó.
Amanhã pela manhã Ramirez assume o comando do time, devendo realizar 2 treinos antes da partida da próxima quinta-feira, contra a Chapecoense.
Ramirez chega ao JEC com 3 objetivos sucessivos: garantir vaga na Série D, garantir vaga na decisão do campeonato e conquistar o título estadual.
Em entrevista ao jornalista Edenílson Leandro, Nereu Martinelli, como sempre, foi muito ponderado: “O Ramirez não chega para fazer milagres. É o time que tem que jogar. Temos que vencer três jogos, não é impossível. O Ramirez é motivador, é brigador e pode fazer este time jogar mais do que vem jogando”.
Estamos a 3 vitórias da vaga na Série D e da vaga na decisão.
Estamos a 5 vitórias do título catarinense de 2009.
Saudações tricolores !
A frase acima foi dita há poucas horas por Gelson Silva, treinador do Joinville.
O jogo desta tarde representa a primeira etapa de uma decisão de 180 minutos, valendo vaga na Série D.
Isso porque os 2 times, Joinville e Chapecoense, voltam a se enfrentar na próxima quinta-feira, em Joinville, na abertura do returno do quadrangular.
O vencedor desta decisão particular, Joinville ou Chapecoense, se credenciará a disputar uma vaga na decisão do Campeonato Catarinense, na sequência do quadrangular semifinal. Chegar à decisão também significa uma vaga na Copa do Brasil.
Esporte: um microcosmo do mundo
O esporte, reconhecidamente, tem muitas utilidades na moderna vida em sociedade.
Uma das vantagens mais evidentes é mostrar aos jovens que no esporte, assim como na vida, é preciso trabalhar com seriedade, honestidade, planejamento e dedicação.
No esporte, assim como na vida, os vencedores costumam ser aqueles que acordam cedo, que trabalham duro, que não se abatem com as dificuldades encontradas ao longo do percurso.
Os vencedores normalmente são aqueles que conseguem se reerguer rapidamente depois de cada queda, que enxugam as gotas de suor e sangue, que trabalham duro em vez de reclamar da sorte e que nunca deixam de acreditar em seus sonhos.
O atual Joinville Esporte Clube
O JEC de hoje é dirigido por 3 pessoas de incrível capacidade administrativa.
Márcio Vogelsanger, Nereu Martinelli e Osni Fontan assumiram um clube semi falido, sem elenco, sem receita, sem calendário e sem perspectivas. Os poucos atletas remanescentes estavam vestindo a camisa do Juventus de Jaraguá do Sul.
Em tempo recorde, superaram as desconfianças do mercado esportivo, montaram um bom time e uma boa comissão técnica e partiram para a disputa da Copa Santa Catarina. As peripécias vencidas durante a formação deste elenco, por si só, merecem a edição de um livro.
A Copa Santa Catarina
Faltando 24 horas para o jogo de abertura da Copa SC, contra a mesma Chapecoense que enfrentaremos logo mais, Nereu Martinelli deu um golpe de sorte: chegou à cidade o atacante Lima.
Lima praticamente não treinou. Na noite seguinte ele entrou em campo e, no primeiro minuto, recebeu um lançamento primoroso de Marcelo Silva.
No seu primeiro toque na bola, vestindo a camisa do Joinville, Lima marcou seu primeiro gol. O primeiro de muitos.
O Joinville eliminou a Chapecoense na Copa SC, com um heróico empate conquistado em Chapecó, conquistado nos últimos minutos de jogo.
Partimos para a decisão contra o Brusque. Perdemos nos pênaltis, após dominar amplamente os 120 minutos da partida decisiva.
O primeiro turno do Estadual
Márcio, Nereu e Fontan não se abateram com a derrota.
Aproveitaram metade do elenco formado para a Copa SC e ainda trouxeram grandes jogadores, alguns deles vindos de times de Série A, tais como Willian e Valdeir.
O time teve um começo arrasador no campeonato. Até que, novamente em Brusque, na 4a. rodada, começamos a ser vítimas das arbitragens indecorosas.
Neste mesmo momento, também começamos a ser vítimas das lesões musculares.
A arbitragem indecorosa se repetiu em Ibirama, na rodada seguinte. Os protestos formais enviados à Federação foram ignorados.
Apesar de restar provado que o árbitro mentiu na súmula daquele jogo, nada aconteceu a ele. Ele foi absolvido e continua apitando normalmente nesse campeonato.
Mas o time não se abateu, nem com as arbitragens indecorosas, nem com as lesões.
Tínhamos uma deficiência na lateral esquerda ? Tínhamos. Então a diretoria foi buscar outro jogador de Série A, Chiquinho, ídolo do Internacional de Porto Alegre.
Goleamos o Metropolitano, quase vencemos o Avaí em Florianópolis e voltamos a golear o Marcílio Dias. Neste dia, mais uma vez fomos vítimas das arbitragens indecorosas. Metade do nosso time foi suspenso pela aplicação do terceiro cartão amarelo. Outra metade sofria com lesões musculares.
Completamente desfigurados, partimos para Chapecó necessitando de uma vitória simples para conquistarmos o título do turno. Mas não vencemos.
O returno do Estadual
No dia seguinte à derrota, numa reunião de avaliação do desempenho no turno, acabamos perdendo nosso treinador, após uma áspera discussão com um zagueiro (reserva do reserva).
Mas o JEC, mais uma vez, não se abateu. Foi buscar Gelson Silva. O inteligente, humilde e trabalhador Gelson Silva.
Sua estreia foi apoteótica: uma virada histórica sobre o Criciúma, por 3 a 2, após terminar o primeiro tempo perdendo por 2 a 0.
Isso ocorreu quando o time não contava com Lima, que seguia em tratamento no Departamento Médico, junto com Willian.
Pelo Departamento Médico também passaram, em diferentes momentos, Vaguinho, Fantick, Alessandro Lopes, Samuel, Ricardo Oliveira e outros grande nomes do tricolor.
Tínhamos uma deficiência na preparação física ? Tínhamos. Então fomos buscar Reverson Pimentel, jovem e competente preparador físico.
Seguiram-se mais 4 convincentes vitórias, incluindo outra histórica virada sobre o Figueirense, em pleno Orlando Scarpelli.
Diante das sucessivas perdas de jogadores por lesão e suspensão, e tendo em vista a queda de rendimento de alguns atletas, a diretoria fez mais um esforço e trouxe outro jogador de Série A: Juliano, vindo diretamente da Itália.
Na sexta rodada do returno, o Joinville estava muito próximo de garantir vaga no quadrangular semifinal. Numa falha da defesa, tomamos o primeiro gol do Metropolitano, que jogava em casa. Mas buscamos o empate e, 5 minutos depois, tivemos um pênalti a nosso favor. Marcelinho, que poderia assumir a liderança da artilharia, perdeu o pênalti.
A partir dali, o JEC teve 3 derrotas consecutivas, incluindo a perda da invencibilidade na Arena (diante do Avaí), uma goleada para o rebaixado Marcílio Dias e outra derrota na Arena, desta vez para a Chapecoense.
No meio destas derrotas, num último e heróico esforço, a diretoria trouxe mais 2 reforços com nível de Série A: Tiago Matos e Rogério Corrêa.
O quadrangular
Veio o quadrangular e a esperança de um bom recomeço.
Começamos com um empate em casa contra o Criciúma, conquistado no último minutos, com um gol de pênalti marcado por Lima.
Na segunda partida, contra o Avaí na Ressacada, tudo indicava que voltaríamos a vencer. Dominávamos a partida. Sofremos um gol no contra ataque, mas empatamos rapidamente. Quase no final do primeiro tempo, perdemos um jogador por expulsão.
Voltamos para a segunda etapa jogando com garra e determinação. Com um homem a menos, enfrentando a pressão da torcida adversária, seguramos o empate por longos 32 minutos. Mas acabamos derrotados.
Mas a diretoria, a comissão técnica e o valoroso grupo de jogadores não desistiram. Treinaram, conversaram, fizeram um pacto pela vitória neste domingo.
A diretoria, mostrando toda a sua capacidade de planejamento, mandou a delegação de avião para Chapecó, visando reduzir o desgaste físico pela longa viagem.
A torcida também segue acreditando. Segue fazendo sua parte.
Porque iremos vencer nesta tarde
Por toda essa trajetória de luta, de garra e de superação, confiamos numa boa vitória na tarde deste domingo.
Não é possível, não é justo, não é razoável que este belo trabalho da atual diretoria, da comissão técnica, do elenco e da torcida tricolor não dê resultado.
Isso seria simplesmente inaceitável.
No esporte, assim como na vida, os vencedores normalmente são aqueles que trabalham com seriedade, honestidade, planejamento e dedicação.
Com todo o respeito que nosso adversário merece, posso garantir que nenhum outro time nesse campeonato mostrou mais seriedade, honestidade, planejamento e dedicação do que o Joinville Esporte Clube.
Nenhum outro time trabalhou tanto, superou tantas dificuldades, enfrentou tantos obstáculos.
Nosso time é composto exclusivamente por pessoas honradas. Homens sérios, dedicados, comprometidos com seu trabalho. Verdadeiros exemplos para os jovens que acompanham com atenção cada fato relacionado com o Joinville Esporte Clube. Esses homens merecem vencer.
Então é isso: nós vamos vencer nesta tarde, porque efetivamente merecemos a vitória!
Ninguém merece mais este título do que o Joinville Esporte Clube!
“É preciso jogar com alma. É uma decisão.” (Gelson Silva)
Saudações tricolores !
(Ilustrado o post, uma foto do atacante Marcelinho, no momento em que a delegação embarcava, confiante, para Chapecó).
Pontualmente às 13hs40 decolou de Florianópolis o vôo da Gol, que conduziu a delegação do Joinville rumo a Chapecó, para a decisiva partida de amanhã, às 16hs00, contra a Chapecoense. Veja a seguir fotos exclusivas do embarque do JEC:
Saudações tricolores !
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Na manhã deste sábado a delegação do JEC inicia sua viagem para o oeste do Estado, onde fará o jogo decisivo contra a Chapecoense, no domingo, às 16hs00.
A delegação segue de ônibus até o Aeroporto Hercílio Luz, em Florianópolis (foto, Jonathan Cidral, SouJEC). No início da tarde, o JEC embarca em vôo comercial com destino a Chapecó.
Na bagagem, a delegação leva uma grande dose de otimismo.
Vejam as últimas declarações do técnico e dos atletas:
“Ainda dá. A diferença para o segundo colocado não é grande e vamos buscar a vaga na final”. (Gelson Silva, 31/03, logo após o jogo contra o Avaí)
“Não estamos só pensando na Série D. Vamos para a final, tenho certeza.” (Rogério Corrêa, 31/03, logo após o jogo contra o Avaí)
“Vamos chegar à final. Em uma semana, isso tudo vai virar aplauso. Tenho 30 anos de bola e sei como as coisas funcionam.” (Gelson Silva, 01/04)
“Só um cego não vê que a gente está crescendo, reencontrando o bom futebol.” (Gelson Silva, 02/04)
“Este é um jogo em que a gente vai ter que se doar muito mais do que a gente vem se doando até agora. O momento é agora. Nós iremos nos fortalecer e buscar resultados fora de casa e também dentro de casa. Se vencermos, iremos nos recuperar na competição.” (Samuel, 02/04)
“O jogo de Chapecó será decisivo. Contra o Avaí, mesmo perdendo, a equipe se empenhou bastante, eu acho que quem assistiu a partida viu que o time não tem mais aquele marasmo e está procurando se recuperar destes momentos difíceis que a equipe passou em jogos anteriores. A tendência é daqui para a frente melhorar.” (Marcelinho Silva, 02/04)
“O jogador que não se sentir motivado para entrar em campo num momento importante como este não é jogador.” (Gelson Silva, 03/04)
“A parte motivacional é o principal ponto de nossa conversa.” (Gelson Silva, 03/04)
“Ouço que não sei escalar time, que fulano não joga e um monte de coisas. É hora de transformar isso tudo em aplauso.” (Gelson Silva, 03/04)
“Estamos motivados como se fôssemos entrar para uma decisão. Essa realmente é uma decisão para o futuro do clube.” (Gelson Silva, 03/04)
E você, jequeano ? Também está otimista ? Eu estou !
Faltam 4 jogos para confirmarmos nossa vaga na Série D e na Copa do Brasil!
Faltam 6 jogos para conquistarmos o 13o. título estadual de nossa história!
Saudacões tricolores !
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Mas nosso time jogou com garra, com honra e com dignidade.
A história militar revela que, muitas vezes, os exércitos se fortalecem após perderem uma dura e sangrenta batalha.
Estamos certos de que isso também vai ocorrer com o Joinville.
Voltaremos muito mais fortes e confiantes no próximo domingo, para o decisivo jogo contra a Chapecoense, em Chapecó.
O bom futebol do JEC já voltou. A vitória vai voltar no próximo domingo.
Os meninos e os homens
Esta é a hora dos verdadeiros jequeanos demonstrarem o seu amor incondicional ao time e apoiarem os nossos jogadores, que efetivamente estão honrando o sagrado manto tricolor.
Os fracos e os covardes se desesperam e desistem diante das primeiras dificuldades.
Os fortes e corajosos acreditam sempre e lutam até a última gota de suor.
Nossa diretoria, nossa comissão técnica e nosso elenco já mostraram que não vão desistir. Eles são fortes. Eles são corajosos. Eles são honrados. Eles são verdadeiros homens.
A melhor parcela da nossa torcida também não vai desistir.
Ou melhor, a verdadeira torcida tricolor também não vai desistir. Porque nós somos fortes. Somos corajosos. Somos honrados. Somos verdadeiros homens.
Estamos no momento crucial da nossa jornada, rumo à vaga na Série D e rumo ao título estadual.
Dentro da nossa torcida, é chegada a hora de distinguir os meninos e os homens.
Os meninos vão cair em desespero, farão protestos inconsequentes, apontarão culpados antes da hora. Em suma: vão trair a pátria e desonrar nossa bandeira.
Os homens permanecerão ao lado dos nossos soldados, até a última batalha !
Faltam 4 jogos para confirmarmos nossa vaga na Série D.
Faltam 6 jogos para conquistarmos o título estadual e “calarmos a boca” dos críticos e corneteiros de plantão.
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Todos sabiam que a partida de ontem seria muito difícil. Afinal, o Joinville iria enfrentar o melhor time do campeonato, na casa do adversário.
Além disso, o JEC iria jogar pressionado por uma incômoda série de 5 jogos sem vitória.
Antes do jogo
Nossa dupla de zaga titular não pode ser escalada. Com Alessandro Lopes suspenso, quem jogou ao lado de Samuel foi Rogério Corrêa. A zaga ganhou em experiência mas perdeu em entrosamento.
Nosso meio de campo tinha 2 seríssimos desfalques (Willian e Ricardo Oliveira).
Valdeir enfrentava a desconfiança da torcida. Em contrapartida, contava com a irrestrita confiança do treinador, que lhe deu a braçadeira de capitão.
Nossos atacantes, Lima e Marcelinho, ainda não haviam reencontrado o seu melhor futebol.
Do outro lado, estava o Avaí, invicto há várias rodadas, atravessando seu melhor momento no campeonato.
A torcida adversária, pela primeira vez neste ano, decidiu comparecer maciçamente ao estádio.
Tudo indicava, portanto, que o Joinville sofreria uma imensa pressão durante o jogo.
O primeiro tempo
Mas não foi isso que ocorreu. O bom futebol do Joinville voltou.
O JEC fez um excelente primeiro tempo, jogando com rapidez pelas 2 laterais do campo e exigindo grandes defesas do goleiro adversário.
Apesar do domínio do JEC, num contra-ataque o Avaí acabou marcando o seu gol.
O Joinville não se abateu com o gol sofrido. O time manteve a mesma postura tática e continuou exercendo um claro domínio no jogo.
A insistência do Joinville acabou premiada. Lima empatou o jogo, em mais uma magistral cobrança de pênalti (foto, Ricardo Duarte, RBS).
Neste momento da partida, contrariando as expectativas iniciais, parecia que o Joinville iria conseguir mais uma virada histórica, no momento decisivo do quadrangular semifinal.
A fatalidade
Aos 40 minutos do primeiro tempo, contudo, aconteceu a fatalidade que modificou totalmente o panorama do jogo.
Muçamba, que recebera a difícil missão de marcar Marquinhos, fez uma jogada imprudente, recebeu o segundo cartão amarelo e, consequentemente, foi expulso. O Joinville ficava reduzido a 10 jogadores.
Nos minutos finais do primeiro tempo, o time nem parecia que estava com inferioridade numérica. O JEC continuou dominando o jogo e criando as melhores oportunidades.
Foi um primeiro tempo para encher de orgulho todos os tricolores e para acabar com todas as desconfianças que pairavam sobre os nossos jogadores.
Nos 45 minutos iniciais, ficou comprovado que o atual elenco do Joinville é formado por homens dignos e honrados, merecedores da honra de vestir o sagrado manto tricolor.
O segundo tempo
Veio o segundo tempo, e o elenco do Joinville continuou jogando com honra e dignidade.
O adversário exerceu uma pressão absurda, mas o elenco do Joinville conseguiu sustentar o empate, durante longos 30 minutos de jogo.
Detalhe: o Joinville segurou o jogo sem catimba, sem violência e sem antijogo. Um verdadeiro exemplo de esportividade e de profissionalismo.
Aos 30 minutos, contudo, num cruzamento vindo da esquerda, o Avaí conseguiu marcar seu gol.
O Joinville até tentou reagir, mas acabou criando espaços em sua retaguarda, que foram bem explorados pelos ótimos atacantes do time adversário.
O terceiro gol do Avaí, aos 35 minutos, liquidou a partida.
Análise do jogo
A derrota de ontem foi muito dura, pelas circunstâncias em que ela ocorreu.
Após 5 jogos sem vitória, o time voltou a mostrar a garra e o bom futebol que encantaram a torcida tricolor nas 5 primeiras partidas do returno.
Uma fatalidade, ocorrida aos 40 minutos do primeiro tempo, acabou provocando mais este revés.
Uma tremenda injustiça para a nossa diretoria, para a nossa comissão técnica, para o nosso elenco e para a nossa torcida, que não mereciam mais essa derrota.
Apesar do resultado desfavorável, a comissão técnica e o elenco se mostraram otimistas ao final da partida.
O treinador Gelson Silva comentou: “Ainda dá. A diferença para o segundo colocado não é grande e vamos buscar a vaga na final”.
O experiente zagueiro Rogério Corrêa também demonstrou otimismo: “Não estamos só pensando na Série D. Vamos para a final, tenho certeza.”
Estas palavras de otimismo se justificam. Afinal, durante 75 minutos de jogo o Joinville segurou o empate, jogando com 1 homem a menos, contra o melhor time do campeonato, na casa do adversário.
Indiscutivelmente, o Joinville tem hoje um time de homens, na mais plena acepção da palavra.
Saudações tricolores !
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Gols (PFC)
Fotos (RBS)
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Gols (PFC)
Fotos (RBS)
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Ontem meu time não jogou muito bem. De novo. Foi a quinta partida sem vitória. Nestas 5 partidas, apenas 2 pontos conquistados. Um inexplicável “apagão”, justo no momento decisivo do campeonato. Mas eu continuo acreditando no meu time !
No primeiro tempo, os jogadores do meu time mostraram muito empenho. Jogaram com garra. Meu time teve domínio do jogo, mas praticamente não conseguiu criar situações de perigo. O estreante (e veterano) goleiro adversário quase não foi exigido. Mas eu continuei acreditando no meu time!
Na volta para o segundo tempo, eu esperava que meu time fosse mais objetivo e incisivo. Mas logo aos 3 minutos, uma ducha de água fria. O adversário marcou o seu gol, num lance em que o juiz ignorou uma falta claríssima cometida sobre o melhor jogador do meu time. Mas eu continuei acreditando no meu time!
Além da desvantagem no marcador, o melhor jogador do meu time deixou o campo. Uma séria torção no joelho. Não se sabe sequer se ele ainda poderá voltar a jogar neste campeonato. Mas eu continuei acreditando no meu time!
O técnico do meu time foi ousado, muito ousado. Quase irresponsável, de tão ousado. No lugar do volante que saiu contundido, o técnico do meu time colocou um meia de apenas 17 anos, com características muito ofensivas. Não satisfeito, o técnico do meu time ainda sacou 2 meias de criação, colocando em seus lugares mais 2 atacantes. Isso sem falar que nas 2 laterais do meu time jogavam 2 meias improvisados, ambos com características bastante ofensivas. Apesar disso, eu continuei acreditando no meu time!
Organização em campo não havia mais. Se é que havia algum esquema tático, ele podia ser descrito como 2-5-3. 2 zagueiros, 5 jogadores no meio e 3 atacantes. O meio de campo, se é que existia um, era composto por apenas 1 volante, 2 alas e 2 meias bastante ofensivos. Na frente, 3 atacantes que já deram muitas alegrias à minha torcida, em diferentes épocas. Apesar disso, eu continuei acreditando no meu time!
Nesse esquema de jogo quase suicida, o meu time se lançou ao ataque, com coragem e determinação. O adversário se fechou totalmente. Meu time criou poucas oportunidades. Na melhor delas, o jovem meia de 17 anos, que havia entrado no segundo tempo, acertou uma cabeçada que raspou a trave. Apesar disso, eu continuei acreditando no meu time!
45 minutos do segundo tempo. Meu time perdia por 1 a 0, resultado que nos deixaria em situação muito delicada no campeonato. A torcida do meu time, a mais apaixonada do Estado, não parava de cantar e de acreditar. Porque a minha torcida, assim como eu, continuava acreditando no meu time!
Numa bola enfiada na área, quase no desespero, o adversário cometeu um pênalti claro. Detalhe: o pênalti não foi sofrido por nenhum dos 3 atacantes, nem por nenhum dos muitos meias ofensivos. Foi sofrido por um dos 2 zagueiros do meu time, que naquela altura estava jogando dentro da área do adversário. Por isso, eu continuei acreditando no meu time!
O estádio ficou de pé. O barulho era ensurdecedor. O melhor atacante do meu time se preparou para a cobrança. O experiente goleiro adversário ainda tentou catimbar. Em vão. Uma paradinha. O goleiro caiu para o lado direito, a bola entrou mansa no canto esquerdo.
Eu estava certo. Neste time, eu posso acreditar! Sempre!
Meu time empatou. Com o empate, segue viva a esperança de ver meu time jogando uma competição nacional no segundo semestre. E também segue viva a esperança de ver meu time erguendo a taça de campeão estadual, pela décima terceira vez em sua curta e gloriosa história.
Apesar da má fase, eu acredito muito no meu time! Sempre!
Porque o meu time nasceu campeão!
O meu time se chama Joinville Esporte Clube.
Saudações tricolores !
Faltam 5 jogos para garantirmos vaga na Série D e na Copa do Brasil.
Faltam 7 jogos para erguermos a taça de Campeões Estaduais.
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Ilustrando o post, uma bela foto do jogo de ontem (Jessé Giotti, RBS)
Fisioterapeuta Thiago fala do Departamento Médico, a respeito de Vaguinho, Charles e William.
Vaguinho
Depois de realizado um exame de ultrassom foi constatado somente uma pequena lesão que está em fase de finalização da cicatrização. Com este exame satisfatório Vaguinho começará um trabalho com bola inicial e de readaptação.
Charles
Se apresentou aos treinos com dores abdominais, depois de levado a um especialista e ter realizado uma série de exames, constatou-se um apendicite já avançada. O jogador foi operado em uma cirurgia com vídeo, assim a recuperação é mais rápida, espera-se que ele volte aos trabalhos leves em aproximadamente 10 dias.
William
Depois de 30 dias no Departamento Médico, voltou aos treinos mas sentiu um desconforto muscular, depois de ser realizado mais um exame foi constatado uma Fibrose. Por este quadro o Departamento Médico o deixou afastado dos treinamentos. Serão realizados novos exames de avaliação, se William não sentir mais dores, volta aos trabalhos gradativamente.
Outras notícias
Com o encerramento do returno, ficou definida a composição e a tabela do quadrangular semifinal.
TURNO
28/03/2009 (sábado) – 16:00 – Chapecoense x Avaí
28/03/2009 (sábado) – 20:30 – Joinville x Criciúma
31/03/2009 (terça) – 20:30 – Criciúma x Chapecoense
31/03/2009 (terça) – 20:30 – Avaí x Joinville
05/04/2009 (domingo) – 16:00 – Chapecoense x Joinville
05/04/2009 (domingo) – 16:00 – Avaí x Criciúma
RETURNO
12/04/2009 (domingo) – 20:30 – Criciúma x Avaí
12/04/2009 (domingo) – 20:30 – Joinville x Chapecoense
15/04/2009 (quarta) – 20:30 – Joinville x Avaí
15/04/2009 (quarta) – 20:30 – Chapecoense x Criciúma
19/04/2009 (domingo) – 16:00 – Criciúma x Joinville
19/04/2009 (domingo) – 16:00 – Avaí x Chapecoense
Algumas considerações sobre a tabela:
Primeira rodada
Para o Joinville, foi muito bom estrear em casa contra o Criciúma.
O JEC terá uma grande chance de estrear com vitória. Afinal, o JEC já venceu o Criciúma por 2 vezes neste Campeonato, marcando ao todo 6 gols. Além disso, o Criciúma teve uma péssima participação no returno. Sua defesa foi a mais vazada do Campeonato (atrás apenas do Atlético Tubarão).
Sem dúvida, seria muito mais complicado para o JEC enfrentar logo na estreia o Avaí ou a Chapecoense, dois times que atravessam excelente fase no Campeonato e contra os quais o JEC não marcou nenhum gol.
Avaí e Chapecoense se enfrentam logo na primeira rodada. Pelo menos 1 desses 2 time deverá encerrará sua boa fase, logo na estreia do quadrangular.
Segunda rodada
Se o Avaí vencer em Chapecó na estreia, a Chapecoense jogará extremamente pressionada contra o Criciúma, pela segunda rodada, no sul do Estado.
Se o JEC vencer na estreia, o Criciúma enfrentará a Chapecoense “com a faca nos dentes”, necessitando desesperadamente da vitória.
Um novo insucesso da Chapecoense, logo na segunda rodada, facilitará muito o caminho do Joinville em busca da vaga na Série D e da vaga na decisão do Campeonato.
Por sua vez, o Joinville enfrentará o Avaí muito mais tranquilo, após ter vencido o Criciúma e superado o trauma das 3 derrotas consecutivas, nas rodadas finais do returno.
Terceira rodada
O JEC terá 5 dias de intervalo antes do jogo em Chapecó. A título de comparação, reparem que Criciúma e Avaí terão apenas 4 dias de intervalo antes de enfrentar a Chapecoense no oeste do Estado.
Como se vê, o JEC ganhou 24 horas a mais para promover uma completa recuperação física dos jogadores, antes do decisivo jogo contra nosso concorrente direto à vaga na Série D.
Quarta rodada
Após realizar 2 partidas fora de casa no primeiro turno, o Joinville terá uma semana completa de preparação, antes da segunda partida contra a Chapecoense.
Dependendo dos resultados do turno, o JEC poderá encaminhar neste jogo sua classificação para a Série D, caso consiga abrir uma boa diferença de pontos em relação à Chapecoense.
Quinta rodada
O Joinville já poderá estar praticamente classificado para a Série D, no momento em que for enfrentar o Avaí, na Arena Joinville. Teoricamente, o Avaí é o mais forte adversário deste quadrangular.
Caso o Avaí vença os seus 2 jogos consecutivos contra o Criciúma, o Avaí também estará praticamente classificado para a decisão. Neste momento, talvez o Avaí já comece a poupar jogadores, visando os dois jogos das finais.
Sexta rodada
Caso as nossas projeções se confirmem, o Criciúma já poderá estar eliminado antes da última rodada do quadrangular.
Assim, o último jogo do Joinville, no Heriberto Hulse, poderá se tornar muito mais fácil. Isso será importante para o JEC, caso ainda necessite de pontos para garantir vaga na Série D ou na decisão do Campeonato.
Saudações tricolores !
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