Sou JEC

Arquivo da Tag ‘Memória tricolor’

27
ago
 

Há exatos 12 anos atrás

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JEC empata com o FLU no Maraca e afunda o Tricolor das Laranjeiras.

No dia 27/08/1998 o JEC empatou em 2×2 com o Fluminense no Maracanã deixando o time carioca na lanterna do grupo D. Ao final da 1° fase o Joinville EC se classificou em 1° lugar, já o Fluminense foi rebaixado para a Série C de 1999.

Jornal ANotícia de 28/08/1998

Joinville empata com o Flu e continua líder da Série B

Time Catarinense foi muito pressionado durante todo jogo mas conseguiu reagir e buscar empate duas vezes

Julio César (E) zagueiro, travou uma batalha com o atacante Julinho.

Rio – O Joinville conseguiu um empate de 2 a 2 com gosto de vitória com o Fluminense ontem, no Maracanã, e continua líder do grupo D da Série B do Brasileiro. O time carioca continua na lanterna, agora com 3 pontos.

A obrigação de vencer fez o Fluminense tomar a iniciativa do jogo de forma atabalhoada e até violenta. Depois de alguns cartões amarelos, sempre por jogadas virís, o árbitro baiano Saul Brito Duarte expulsou o centroavante Roni, do Flu, e o zagueiro André, do Joinville, aos 32 minutos do 1º tempo.

Nessas alturas o jogo já estava 1 a 1. Quem abriu o placar foi o Fluminense, através de Sidnei, que avançou pela meia direita, livrou-se de dois atletas do Joinville e chutou já dentro da área no ângulo direito do goleiro Sílvio.

Mesmo pressionado, o Joinville foi para frente e conseguiu empatar aos 22 minutos. Clóvis chutou em gol. Na confusão entre o goleiro Ronaldo e o atacante Paulinho, a bola sobrou para o jogador do Joinville tocar para o gol aberto.

No final do primeiro tempo o Joinville conseguiu errar menos passes e impor domínio ao Flu. Aos 48 minutos, Clóvis cobrou falta da intermediária e mandou a bola no travessão de Ronaldo, que já estava batido.

O jogo continuou quente no segundo tempo, com pressão total do Fluminense. Aos 15 minutos, Sérgio Alves fez 2 a 1 para a equipe carioca completando jogada de linha de fundo de Magno Alves.

O Joinville voltou a buscar o gol e conseguiu empatar através de um pênalti muito contestado por jogadores e dirigentes do Fluminense. Marcos Aurélio foi empurrado na marca do pênalti quando penetrava em velocidade. Clóvis cobrou com segurança no canto direito de Ronaldo, que caiu para a esquerda.

FLUMINENSE: Ronaldo; Flávio, Júnior, Adilson e Nonato; Júlio César (Jorge Luiz), Sidnei, Roger e Marco Brito (Magno Alves); Sérgio Alves e Roni. Técnico: Delei
JOINVILLE: Sílvio; Héverton, André, Téio e Clóvis; Foiani, Juari (Luiz Américo), Julinho (Dedé) e Paulo Roberto; Marcos Aurélio (Gilson) e Paulinho. Técnico: Paulo Bonamigo.
JUIZ: Saul Brito Duarte (BA), auxiliado por Belmiro Silva e Alessandro Matos.
GOLS: Sidnei (FLU), aos 14min e Paulinho (JEC) aos 22 do 1º tempo. Sérgio Alves (FLU) aos 15min e Clóvis (JEC) aos 24 do 2º tempo.
EXPULSÕES: André (JEC) e Roni (FLU).
LOCAL: Estádio do Maracanã.

Gols da partida pela Rede Globo. 

Gols da partida pela TVE. 

JOINVILLE E.C. UMA PAIXÃO INSUPERÁVEL

 
Por Marcos Messias - 1:05
 
25
ago
 

Confronto Joinville EC x Iraty

 O Joinville EC já enfrentou o Iraty em duas oportunidades na história dos clubes. No 1° confronto, vitória do Iraty por 2 a 1 no Estádio Coronel  Emilio Gomes, o mesmo da próxima partida dia 05/09 válida pela Série D 2010.O último confronto entre as equipes aconteceu dia 21 de agosto de 2005, com vitória Tricolor por 3 a 1 na ARENA, os 3 gols de Marcinho.

Naquele momento o JEC arrancava rumo à classificação da próxima fase do Brasileiro da Série C de 2005, o Iraty por sua vez não conseguiu passar de fase, acabando em último colocado no grupo 15.

Gols de Marcinho JEC 3×1 Iraty Série C 2005.

 Se estes dois únicos confrontos valessem como mata-mata da série D 2010, o JEC estaria classificado pelo saldo de gols das duas partidas. Se a vitória fosse 3 a 2 para o JEC, o Iraty se classificaria por ter marcado 2 gols fora. Ganhando, empatando e até perdendo, é de suma importância marcar gols na casa do adversário. Os critérios de desempates são:

1° – Pontos ganhos, 2° – Saldo de gols e 3°- Gols marcados fora de casa.

No caso de empate com gols na primeira partida em Iraty no dia 05/09 o JEC começaria o jogo classificado na ARENA. Com o placar em 2 a 2 no Paraná, podemos empatar em 1 a 1 em casa que passamos adiante na competição. Mas vale lembrar que a competição abre uma brecha nas quartas de final e os 3 eliminados no mata-mata da terceira fase, se classificam por índice técnico.

“Com todo respeito que temos pela equipe Paranaense, vamos á Iraty para ganhar.”

“ Pra cima deles JEC!”

TV Cidade – Debate Esportivo – 24/08/2010

Regulamento Série D 2010

http://www.4shared.com/document/9lx4JoUJ/Regulamento_Srie_D_2010.html

Tabela Série D 2010

 http://www.4shared.com/document/9lx4JoUJ/Regulamento_Srie_D_2010.html

Sds Tricolor.

 
Por Marcos Messias - 9:18
 
23
ago
 

1987 – Jamais me esquecerei.

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Há  23 anos o Joinville EC era Campeão Estadual de 1987.

Como já temos outros posts contando a Saga do título, segue os links abaixo.

http://www.soujec.com.br/2010/01/1987-a-saga-do-titulo/

http://www.soujec.com.br/2010/02/1987-a-taca-claudio-wagner/

http://www.soujec.com.br/2010/02/1987-chega-o-dia-esperado/

Minha homenagem é uma narrativa de como vi aquela conquista, com 8 anos e meio de idade.

Não lembro quando presenciei a minha primeira partida no Ernestão mas pelos lampejos de memória que tenho, estive no alçapão da zona sul já em 1985. Digo isso ao lembrar algumas ofensivas da torcida incluindo meu pai e tios, feitas contra Wagner camisa 9 centroavante naquela oportunidade. No Brasileiro de 1986, queria muito ter presenciado todos os jogos, mas lamentava e às vezes até chorava vendo meu pai desaparecer rua a fora na direção do estádio me deixando na companhia do radinho, hora com Lourival Budal outrora com Ney Boto Guimarães. Mas hoje entendo a postura do meu pai, pois a massa tricolor estremecia literalmente as arquibancadas, lembro por sinal do barulho ensurdecedor dos pés sapateando sobre a madeira.

 Que saudade daquele barulho!

Mas lembro muito bem de 1987, a minha paixão pelo Joinville Esporte Clube nascia neste ano. No ano anterior já tinha acompanhado o JEC em diversos jogos tanto no Ernestão como pela TV, que naquela época já era colorida graças a Copa do Mundo de 1986 no México. Com a euforia da Copa na memória, lembro-me: dos jogos, do nascimento do meu irmão, das figurinhas da Copa nos chicletes Ping Pong, da derrota do Brasil para França nos pênaltis pelas quartas de final e minha amargura, vendo as pessoas sofrerem por aqueles jogadores que estavam tão longe.

 Despertou ali um amor pelo Joinville Esporte Clube, que estava tão perto.

Fui jogar na Escolinha do JEC, e sempre que podia andava no silêncio do Ernestão,fazendo planos para o JEC sonhando poder jogar ali. Era um mundo novo… Criado na zona sul da cidade, com poucas regalias de lazer, a não ser claro, o futebol do barreiro do Guanabara; posso citar aqui vários craques da bola: Caroço, Nilson, Leno, Andi, Douglas, Ricardinho e a turma lá de cima Taka, Dudu, Paulinho, Yuko entre outros.

Mas sabe o que nós todos tínhamos em comum? “UMA PAIXÃO INSUPERÁVEL” pelo JEC, que nossos pais e tios não cansavam de exaltar.

E não posso me esquecer do Lala, o narrador do povão do Guanabara. Doralicio, o Lala, também era fã de um cara que eu admirava muito; Ele está guardado para sempre em nossa memória, saudoso Lorival Budal.“Alegria, Alegria, Alegria, Alegria, Alegria Tricolor explosão em todo o Ernestão”. O locutor do povão como era conhecido, faleceu em 29 de julho daquele ano.  

Quando Joinville chegou à decisão do Campeonato Catarinense de 1987, eu estava vibrante, tinha acompanhado a conquista da Taça Kurt Meinert. Hoje creio que não podia ter outro destino que não fosse ser erguida pelo Joinville, tamanha importância que este homem teve na história do Tricolor. Quando em 1971 mesmo após a vitória esmagadora de 4×1 sobre o Avaí que deu o Titulo antecipado ao América FC, Profetizou:“Ou América e Caxias se unem ou o futebol Joinvillense chegará ao caos”.

Falaremos mais sobre Kurt Meinert em outra oportunidade. 

Final da Taça Kurt Meinret – Ernestão

Com muita disposição, o JEC  manteve o 0×0 no tempo normal e na prorrogação. Ao final do jogo Adilson ergueu a taça no Ernestão.

Seria essa a minha manchete. Foi a primeira vez que eu estava presenciando um fato de tamanha importância; ouve invasão de muitos torcedores, lembro que muitos jogadores ficaram sem suas camisas, calções e meiões. O povo vibrava como nunca tinha visto e o clima superava o da Copa Mundo que também tinha presenciado pela primeira vez no ano anterior.

Com o título da Taça Kurt Meinert o Joinville foi para o hexagonal final e foi demolidor, chegando à última rodada precisando apenas de um empate contra o Criciúma no Heribelto Hulse para ser campeão Catarinense de 1987.

Neste dia estava ansioso sentado na frente da TV para ver o jogo. Das pessoas que convivi naquela época Lala e meu saudoso Tio Mario que hoje mora no céu, estiveram em Criciúma. Torcedores de sorte, eles presenciaram um show de Nardela, Paulo Egídio, Geraldo Pereira, Rocha, Claudio José, Moreno, e a consistência de Leandro, Adilson, Almir, Junior, e Rodolfo que fez ótimas defesas no campeonato e pegou bolas difíceis no último jogo.

O Joinville dominou o jogo, mas só abriu o placar no segundo tempo. Os gols de Geraldo Pereira e Nardela passaram durante anos na minha cabeça, quando tive o prazer de rever em 2005. Foi como um presente, pois lembrei da minha infância, os amigos, o barreiro, a seleção RC, a segurança, a liberdade de ir e vir. Coisas que não dava valor, hoje sei que meus filhos perderam isso, ou melhor, já nasceram sem essa tal liberdade.

5 minutos do segundo tempo.

Eu estava tão nervoso que nem lembrava mais do primeiro tempo. Meu pai olhava fixo pra TV  quando Almir tocou a bola para Rocha na esquerda em cima da linha central do campo, o lateral arrancou em velocidade, olhou pra área e cruzou, Nardela desviou de cabeça e a bola sobrou no pé de Geraldo Pereira que matou a pelota à meia altura deixando picar no chão para um arremate perfeito de perna direita sem chances para o goleiro Luis Henrique.

A foto da comemoração do gol de Geraldo Pereira foi estampada em duas edições da revista Placar  Ed. 902-A dos Campeões e a Ed. 918 – As imagens do ano, ambas em página inteira. 

 Gol de Geraldo Pereira aos 5min do 2° tempo, Narração Ney Boto Guimarães

 

30 minutos do segundo tempo.

 Numa cobrança de escanteio, a zaga do Criciúma parou e a pelota caiu no pé de Paulo Egídio, que partiu para cima de Sarandi; o lateral parou e Paulo Egídio cruzou a bola para Nardela que recebeu na entrada área, cortou pra esquerda avançou batendo no canto direito. Foi o gol do Fantástico.

Gol de Nardela aos 30min. do 2° tempo, narração Ney Boto Guimarães.

Explosão na zona sul da cidade, felicidade e orgulho estampado no rosto de cada torcedor que vi naquele dia. Quando o Juiz José Roberto Wright apitou o final do jogo, as ruas de Joinville já estavam tomados pela massa tricolor.

Parabéns à todo elenco Tricolor de 1987 pela conquista do 10° Título Estadual em 12 anos.

Sds Tricolor

 
Por Marcos Messias - 13:44
 
21
ago
 

TV JEC – 2° Jogo da final de 2000

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Amanhã ás 11h00mim na TV JEC

Reprise do 2° jogo da Final de 2000 na Integra.

Jornal ANoticía de 19/06/2000

Festa no centro do campo, o meia Lico ergueu a taça transitória conquistada ontem pelo Joinville. Em seguida, os jogadores campeões do estado desfilaram em carro aberto pelas ruas da cidade.

Título quebra um jejum de 13 anos. Jogo foi decidido aos 44

O Joinville quebrou, ontem, um jejum de 13 anos sem títulos e levantou o Campeonato Catarinense de Futebol de 2000 ao derrotar o Marcílio Dias por 2 a 1. O último foi conquistado em 1987 em decisão contra o Criciúma, vencida por 2 a 0. Mesmo com a vantagem do empate, o time joinvilense foi para cima do Marcílio, fez 1 a 0 no primeiro tempo, cedeu o empate no segundo mas decretou a vitória fazendo o gol do título aos 44 minutos finais.
No primeiro jogo, em Itajaí domingo passado, as equipes empataram em 2 a 2, resultado que favoreceu o Joinville, que manteve a vantagem do empate.
Na partida de ontem, as equipes enfrentaram maior dificuldade em articular as jogadas em função do gramado pesado pela chuva que atingiu Joinville desde a tarde de sábado.
Melhor em campo e apoiado por uma torcida que compareceu em massa, sem se importar com a chuva, o Joinville foi para cima do Marcílio.
Os gols foram marcados por Doriva, para o JEC, aos 36 minutos; Lelo, de pênalti, para o Marcílio, aos 19 do segundo tempo; e Fabinho, aos 44.
Tanto o campeão Joinville, como o vice Marcílio Dias garantiram participação na Copa do Brasil e Copa Sul Minas por terem sido as duas melhores equipes de Santa Catarina em 2000.

O árbitro Luiz Orlando de Souza teve uma arbitragem normal, segundo avaliação dos técnicos Artur Neto e Leandro Campos. Durante a partida, contudo, jogadores como Perdigão e Doriva, pelo Joinville, Gelson e Miguel, pelo Marcílio, criticaram as sucessivas marcações de falta ou complacência em jogadas mais violentas.
O lance mais crítico da final envolveu o lateral Émerson Gaúcho, do Marcílio, e o goleiro Marcão, do Joinville. Na disputa de uma bola na pequena área, Émerson chocou seu pé com a cabeça de Marcão, que desmaiou e só foi acordar na ambulância que o conduziu às pressas ao setor de emergência do Hospital São José. O lance aconteceu aos 31 minutos do primeiro tempo. Pouco depois, com forte torção no pé direito decorrente do choque com o goleiro, Émerson Gaúcho abandonou o jogo.

Goleiro Marcão só acordou no outro dia.

Doriva decide em dois lances

Os dois gols do Joinville na final de ontem no Ernestão terão a assinatura quase obrigatória do meio-campo Doriva. Autor da “bomba” de fora da área que resultou no primeiro gol e responsável pelo passe milimétrico para Fabinho marcar o segundo, Doriva passou de jogador contestado para o grande nome da decisão. “Estava até para ser dispensado, mas consegui dar a volta por cima”, desabafou depois da partida.
No início do Campeonato Catarinense ele chegou a jogar como titular. Depois perdeu a vaga e foi criticado pela torcida. Nas finais, porém, foi o grande nome do Joinville. Responsável pela armação das jogadas, Doriva tornou-se nome certo entre os titulares, formando um meio-de-campo afinado com Perdigão, Lico e Hermê. “Dedico esse título para a torcida que há muito tempo esperava por isso”, diz.
O camisa sete do Joinville recebeu praticamente todos os troféus de melhor em campo. No primeiro tempo foi decisivo com um gol de fora da área indefensável, quando a equipe parecia sentir a lesão do goleiro Marcão. “Foi importante para manter a moral do time num momento crítico do jogo”, exalta.
No segundo tempo jogou com garra, disposição, marcando e criando as jogadas. Quando o Marcílio Dias partia para o tudo ou nada Doriva deu um passe “mágico” para Fabinho que invadiu a área e marcou o segundo. Festa no Ernestão. Festa para Doriva, que teve o seu nome gritado pela torcida durante as comemorações do título.

Vitória do JEC veio
com mistério no time

Técnico omitiu, até momentos antes do jogo, condição de Lico

Joinville – A vitória do Joinville sobre o Marcílio Dias começou a se desenhar numa estratégia do técnico Artur Neto, que até o último minuto “jogou” com a possibilidade de não poder contar com o volante Lico.
Ontem, Lico foi confirmado e fez uma das melhores partidas do Estadual. Correu, deu carrinho e ajudou a defesa os 90 minutos. “A presença dele foi fundamental. A estratégia de esconder sua presença também”, disse no vestiário, após o jogo, o técnico Artur Neto.
Joinville e Marcílio tiveram altos e baixos. O melhor, no início, foi o Joinville. Aos 5 minutos, Doriva cobrou falta frontal e forçou o goleiro Luciano a fazer uma das mais difíceis defesas do jogo, tocando a bola para escanteio. Na cobrança, a bola sobrou para Paulinho, que cabeceou no canto, e Luciano novamente salvou.
Enquanto o Marcílio procurava um melhor posicionamento em campo, e evitava a subida dos laterais ao ataque, o Joinville ia para cima. Somente aos 19 minutos o time de Itajaí, através de chute fraco de Gélson, mandou uma bola no gol do Joinville. A partir desse momento, era o Marcílio quem criava mais.
Aos 23 minutos, teve chance clara de gol nos pés de Marcelo Silva, que aparou cruzamento no meio da área e mandou para fora.
O gol de abertura do placar, do Joinville, aconteceu somente aos 36 minutos. O lance começou em uma falta pelo lado esquerdo do ataque. A bola, alçada na área, foi rebatida nos pés de Doriva, que emendou forte no ângulo esquerdo de Luciano.
Foi também pelos pés de Doriva que, aos 44 minutos, quase o Joinville chega ao segundo gol. O meia evoluiu pela esquerda e chutou de direita. A bola fez uma parábola e chocou-se com o travessão. Luciano já estava batido na jogada.
No início do segundo tempo ficou claro que os times colocariam a raça à frente da técnica. O Marcílio Dias tinha apenas uma opção: atacar. Como perdia por 1 a 0, teria de fazer dois gols para chegar ao título. Ao Joinville, folgado no placar, restava administrar.
Aos 17 minutos, ao final de forte pressão do Marcílio Dias, o árbitro Luiz Orlando de Souza anotou pênalti contra o Joinville cometido pelo zagueiro Bandoch, que teria interceptado a bola com o braço. Houve muito protesto.
Lélo bateu e converteu. O empate colocou fogo no jogo. Vitória daria o título ao Marcílio. O empate ainda favorecia o JEC. Na base do tudo-ou-nada, o time de Itajaí subiu, deixando a defesa aberta. Uma bola roubada definiu o jogo em favor do Joinville. Doriva lançou Fabinho que driblou o goleiro Luciano e tocou para o gol livre. Era o gol do título.

JOINVILLE: Marcão (Alencar); Héverton, Téio, Bandoch e Magal; Lico, Hermê, Doriva e Perdigão; Luiz Carlos (Fabinho) e Paulinho (Marcel). Técnico: Artur Neto.
MARCÍLIO DIAS: Luciano; Lelo, Dudé, Edu (Biro-Biro) e Émerson (Paulo Sérgio); Miguel, Gelson, Marquinhos e Marcelo Silva; Ivan e Zé Nei (Silva). Técnico: Leandro Campos.
ÁRBITRO: Luiz Orlando de Souza, auxiliado por Luiz Carlos Espíndola e Fernando de Oliveira.
GOLS: Doriva (Joi), 36min 1º tempo. Lelo (Mar) aos 19 e Fabinho (Joi) aos 44 do 2º.
PÚBLICO: 15.008 (pagantes 14.460)
RENDA: R$ 119.956,00.

 
Por Marcos Messias - 18:43
 
20
ago
 

Finais de 2000 – TV JEC

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Acompanhando os fatos da semana antes da Final

Jornal ANoticía 17/06/2000

Paulinho treina bem, faz gols e pode iniar a decisão.

O Joinville fez o mais importante treino de definição da equipe da final, ontem à tarde, com a possibilidade de apresentar novidades. Além da possível ausência do volante Lico, que deixou o treino mais cedo, o atacante Paulinho pode reaparecer desde o começo do jogo.
Pelo menos foi essa a impressão que ficou das variações que o técnico Artur Neto procedeu durante o coletivo. Num primeiro momento, Paulinho jogou no time de baixo. Na parte final, ganhou o colete dos titulares, fez dois gols e ajudou o time de cima a vencer por 5 a 1.
A maior preocupação continua sendo Lico. O jogador tenta se recuperar de uma lesão no músculo adutor da coxa direita. Sua condição de jogo só será conhecida hoje ou até algumas horas antes da decisão. “Como ele vinha atuando normalmente, e participou de quase todas as partidas, não nos preocupamos com sua condição atlética, mas sim clínica”, explicou Artur Neto.
Depois do treino recreativo programado para a manhã de hoje, os 18 convocados por Artur Neto entram em concentração. O local escolhido é um hotel no centro de Joinville. Questionado sobre o local, o técnico entende como positivo a sensação de calor humano e clima de decisão que é passada para os atletas pelos torcedores.
“Todo esse astral positivo é importante para manter os jogadores motivados”, observou. O time, segundo ele, vai para a decisão de amanhã dentro da mesma filosofia de jogo que é de um time ofensivo em busca da vitória. “A vantagem do empate é uma coisa que nós nunca levamos em conta”, reforçou.

 Jornal ANoticía 18/06/2000

JEC garante o título se empatar com o Marcílio, no Ernestão 

Tensão, nervosismo, guerra tática e muito barulho da torcida devem marcar, neste domingo, a decisão do Campeonato Catarinense de Futebol 2000. Joinville e Marcílio Dias se enfrentar a partir das 17 horas no Estádio Ernesto Schlemm Sobrinho com chances diferentes de serem campeão.
O Joinville, por ter a melhor campanha nas fases classificatórias, joga com a vantagem do empate. No primeiro jogo, domingo passado em Itajaí, o placar ficou no 2 a 2. O Marcílio Dias tem a obrigação de vencer. O árbitro será o catarinense Luiz Orlando de Souza, que apitará sua segunda decisão .
Nos 25 jogos que realizaram este ano na competição, o Joinville venceu 15, empatou 3 e perdeu 7. O Marcílio Dias venceu 13, empatou 7 e perdeu 5.
A última vez que o Joinville foi campeão aconteceu há 13 anos, no dia 19 de agosto de 1987, quando fez a final contra o Criciúma, em Criciúma, e venceu por 2 a 0, gols de Geraldo Pereira e Nardela.
O Marcílio Dias, em seus 80 anos de história, nunca chegou a um título estadual. Em 1963, ano que não houve campeonato, conquistou o Torneio Luíza Melo. Em 1984, a Federação decidiu outorgar ao clube o título daquele ano.
No primeiro jogo da decisão, em Itajaí há uma semana, o árbitro foi o gaúcho pertencente aos quadros da Fifa, Carlos Eugênio Simon. O jogo terminou empatado por 2 a 2. O Joinville vencia até os 46 minutos do segundo tempo, quando Simon anotou penalidade em favor do Marcílio.

Domingo 22/08 – 2° Jogo da final de 2000 na TV JEC – 11:00mim.

 

 
Por Marcos Messias - 9:06
 
17
ago
 

JEC volta a decidir em casa após 20 anos

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 No próximo domingo 22/08/2010 ás 11:00min. a TVJEC irá reprisar o 2° jogo da final do catarinense de 2000. Por isso vamos acompanhar alguns fatos, publicados no Jornal Anoticía no decorrer daquela semana antes do jogo final.     

Resumo do catarinense de 2000 até o 1° jogo da final.     

Depois de oito jogos disputados no turno, o Joinville esporte Clube, não fazia boa campanha. Com 4 vitórias, 1 empate e 3 derrotas, estas derrotas nos últimos 4 jogos. Ouve uma troca de técnico, que aconteceu no dia 4 de abril de 2000, com queda de Roberto Cavalo e a contratação de Artur Neto. A partir daí foram mais 14 jogos sendo 7 vitórias, 1 empate e 3 derrotas.Com essa campanha o JEC se classificou para semifinal. Com o segundo lugar no índice técnico e enfrentou o Auto Vale, campeão do returno. Como já vimos nas reprieses anteriores na TVJEC.   As semifinais e o empate de 2×2 sobre o Marcílio no 1° jogo da final.   

 http://www.soujec.com.br/2010/08/1%c2%b0-jogo-da-final-de-2000-tv-jec/      

Vamos as reportagens, publicadas pelo  

Jornal ANoticía Jornal ANoticía 13/08/2010 terça feira.     

JEC volta a decidir em casa após 20 anos       

 ”Zé Carlos Paulista, artilheiro do Estadual de 80 relembra a final.”      

   Joinville – Vinte anos depois de ter decidido o único título estadual de sua história no estádio Ernesto Schlemm Sobrinho, o Joinville se prepara para reviver outra final no próximo domingo, frente ao Marcílio Dias. Na arquibancada estará um personagem que marcou história no clube, o atacante Zé Carlos Paulista.
Dos dez títulos conquistados entre sua fundação em 1976 e 1987, o único que aconteceu no Ernestão foi o de 1980, com a curiosidade de o jogo final ter ocorrido em março do ano seguinte. O motivo foi uma falha da Federação, que errou no calendário e foi impedida de invadir as férias dos atletas.
José Carlos Paulista, contratado naquele ano, fechou a temporada como artilheiro, com 22 gols. A final, contra o Criciúma, terminou em goleada, 4 a 1 para o Joinville. Neste jogo, Paulista não marcou.
Nascido em Minas Gerais, na pacata Minduri, próximo a Juiz de Fora, com menos de 10 mil habitantes, José Carlos Raimundo, atuou no futebol carioca, paulista, goiano, pernambucano e baiano, mas foi em Joinville que resolveu ficar depois de parar.
Nos três anos que defendeu o Joinville (1980, 81 e 82) foi campeão. Em 83, no início do Estadual, foi vendido para o Palmeiras. “Eu vivo aqui porque é aqui que fiz a maior parte dos amigos e onde me sinto bem. De vez em quanto vou a Minas, mato a saudade e volto”. Vários dos companheiros do time campeão de vinte anos atrás continuam amigos de Zé Carlos Paulista em Joinville como Lico, Nardela, Valdo, Jorge Luiz Carneiro.
“Naqueles anos, o Joinville tinha um time de alto nível, que encarava de frente os grandes do Rio e São Paulo. Hoje, o poder econômico manteve os grandes lá em cima enquanto os times médios, como o Joinville, perderam força”, analisa.
Sobre a decisão de domingo, não arrisca palpite, mas afirma que o Joinville “está no caminho certo”, apesar de destacar que o Marcílio “merece respeito”. Zé Carlos diz que viu os dois confrontos do Marcílio com o Figueirense e ficou impressionado com a vontade dos jogadores.
“Na verdade, toda decisão é um jogo diferente. Entra a raça, a vontade de vencer, a superação, o algo mais. É um jogo para se sofrer, inclusive eu”, prevê.  

Relembre os ultimos minutos daquela partida Joinville 4×1 Criciúma.
 

 

Lico Supervisor de Futebol, ajudou a montar o time.

 ”Lico é a preocupação do Joinville”  

Joinville – O Joinville folgou ontem e hoje retorna aos treinamentos em dois períodos. O time que vai para a decisão, domingo, contra o Marcílio Dias, deve ficar sem o capitão Lico. Ele sofreu uma lesão muscular de segundo grau na coxa direita, que foi confirmada ontem com exame de ultrassonografia, e vai ficar em observação até o final da semana. Amanhã, passados dois dias de repouso e medicação, o atleta será submetido a nova ultrassonografia para avaliação da evolução da lesão. A ruptura, de três centímetros, ocorreu no primeiro jogo da decisão, domingo passado, em Itajaí.
Se Lico for impedido, o técnico Artur Neto terá como opção adiantar o zagueiro Bandoch para aquele setor e promover a entrada de Fábio ou Douglas no miolo da zaga.
Outra mudança provável é o retorno do lateral esquerdo Magal e a possibilidade de reintegração do zagueiro Douglas e do atacante Fabinho, que se recuperaram de lesão e retornam aos treinamentos hoje.
Apesar da divulgação do nome do árbitro da final estar prevista para quinta ou sexta-feira, o nome do juiz Luiz Orlando de Souza foi anunciado inadivertidamente em Itajaí, domingo, pelo presidente da Federação Gaúcha de Futebol, Emídio Perondi, que acompanhava o árbitro Carlos Eugênio Simon no primeiro jogo da final. Naquela partida, o árbitro gaúcho conseguiu controlar as ações com eficiência, sem a necessidade de aplicar qualquer cartão de advertência.
Para a grande decisão, enquanto o time é preparado por Artur Neto, a diretoria toma providências para garantir a segurança dos torcedores. A arquibancada lateral que fica à esquerda das cabines de rádio estão sendo reforçadas e serão monitoradas no dia do jogo para não receberem excesso de público.
No último jogo realizado no Ernestão, entre JEC e Atlético Alto Vale, o excesso de torcedores preocupou a diretoria, que determinou a realização de uma vistoria geral na estrutura metálica.
Sds Tricolores
 
Por Marcos Messias - 16:37
 
14
ago
 

1° Jogo da final de 2000 – TV JEC

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 Não perca amanhã na TV JEC – 15/08/2010 às 11:00min.

Reprise na integra do 1°Jogo da Final. Relembre o jogo.

Jornal ANotícia de 11/06/2000       

Jornal ANotícia de 12/06/2000

Placar de 2 a 2 mantém vantagem do Joinville no jogo de volta

Itajaí – Tudo igual na primeira partida da final do campeonato Catarinense de Futebol. Joinville e Marcílio Dias empataram por 2 a 2 em jogo muito disputado no Estádio Hercílio Luz, em Itajaí. O Marcílio, que perdia até o final, empatou com gol de pênalti aos 47 minutos do segundo tempo, através do lateral Lelo. No  jogo de volta, domingo às 18h30, no Estádio Ernestão, o Joinville só precisa de um empate para conquistar o título catarinense depois de 13 anos.
O Marcílio Dias vai a Joinville com a missão de repetir a façanha da semifinal, quando venceu o Figueirense, em Florianópolis, e classificou-se para a final. Pela melhor campanha no campeonato (47 pontos contra 45), o Joinville joga por empate no próximo domingo.
O jogo foi equilibrado entre as duas equipes. O Marcílio explorava o lado direito do campo através do lateral Lelo, que levava vantagem sobre Decarlos. A forte jogada pela direita surtiu efeito aos 33 minutos. O meia Marquinhos chutou forte de fora da área, a bola desviou na zaga e sobrou livre para Lelo, que bateu cruzado, forte, abrindo o placar.
O Joinville, porém, acordou com o gol. Passou a pressionar e partiu nos contra-ataques utilizando a velocidade do ataque. Aos 45, Lico lançou Luiz Carlos, que invadiu a área, deu uma paradinha, olhou para ver a aproximação de algum companheiro e, sem alternativa, chutou direto no gol. Quando o goleiro Hélio pensou em defender, a bola já estava dentro. O empate aliviou os joinvilenses.
O segundo tempo era o tudo ou nada para o Marcílio Dias. Logo aos 5 minutos uma queda na energia deixou o estádio às escuras por 25 minutos. No reinício da partida, o time da casa voltou a pressionar. Aos 40, o Joinville aproveitou o primeiro escanteio do segundo tempo. Hermê livre de cabeça colocou a equipe em vantagem. O gol de empate saiu nos acréscimos. Depois de uma confusão na área, Dimas derrubou Biro-Biro dentro da área. Carlos Simon marcou pênalti, que Lelo converteu com perfeição.

                          Ficha do Jogo                                                  Goleiro Hélio no 1° gol   

                            

Jogadores do JEC reclamam de pênalti que gerou empate

Itajaí – Os jogadores do Joinville reclamaram da marcação do pênalti pelo árbitro gaúcho Carlos Simon, aos 47 minutos do segundo tempo. O atacante Dimas, autor da falta, reclamou muito da interpretação do árbitro que foi um dos destaques da primeira partida da final do campeonato catarinense.
Dimas, que teria cometido a falta dentro da área, disse que foi um lance normal. “Visei à bola. Foi um choque no ar e não houve pênalti”, afirmou no final da partida.
O zagueiro Bandoch também entendeu que não houve falta no final da partida. Segundo ele, o árbitro gaúcho errou ao marcar o pênalti que resultou no empate do Marcílio Dias. O capitão da equipe, o meio-campo Lico, que saiu machucado ainda no segundo tempo, avaliou como uma infelicidade a marcação. “Foi uma jogada normal corpo a corpo entre dois jogadores. Acho que ele (Simon) foi infeliz”, entende.
Embora a reclamação tenha sido geral contra a marcação da falta, os jogadores do Joinville estavam aliviados com o empate. Jogando em casa no próximo domingo, a equipe precisa de apenas um empate para conquistar o título. “A pressão do Marcílio já era esperada. Acho que tivemos altos e baixos, mas o resultou nos deixou mais tranquilo”, diz Lico.
O técnico Arthur Neto foi mais prudente nas suas declarações. Segundo ele, as dificuldades do seu time para anular o lado direito do Marcílio já eram esperadas. O técnico avaliou o último gol como “falta de maturidade” de seus jogadores. “O empate foi um bom resultado. Em Joinville não vamos jogar pelo empate. Vamos vencer”, ratificou.

Juiz gaúcho termina jogo sem aplicar cartão amarelo

Itajaí – O temor pelo terceiro cartão amarelo rondava as duas equipes na primeira partida da final. O árbitro Carlos Simon, com isso, não teve grandes dificuldades para dominar a partida no quesito violência. No final dos 90 minutos, nenhum jogador havia levado cartão amarelo. “Estava com medo porque tínhamos vários jogadores pendurados com dois cartões. No final tudo ficou bem”, alivia-se Arthur Neto, técnico do Joinville.
Para o segundo jogo, o árbitro da partida poderá ser o catarinense Luiz Orlando de Souza, conforme comentários no final do jogo.
Logo nos primeiros minutos da partida o técnico do Marcílio, Leandro Campos, não contava com a lesão do atacante Silva, o que praticamente encerrou a força ofensiva da equipe. O lateral Lelo tornou-se a principal arma e o destaque.
O jogador do Marcílio criou as principais jogadas de ataque e levava vantagem sobre o lateral joinvilense Decarlos na maioria das jogadas. A superioridade do time da casa foi até a marcação do primeiro gol de Lelo, aos 33 minutos, depois de um chute cruzado, forte, sem defesa para Marcão.
O gol de Luiz Carlos saiu no final do primeiro tempo. O atacante foi lançado por Lico. Ele invadiu a área, deu uma paradinha, olhou para ver a aproximação dos companheiros e como não tinha alternativa chutou forte para o gol. O goleiro Hélio não teve como reagir.
O segundo tempo somente o final foi emocionante. Até gol de Hermê, aos 40, de cabeça, as duas equipes pouco criaram. O pênalti de Lelo garantiu o empate, num lance de muita reclamação dos joinvilenses. O Marcílio sonha com uma nova façanha. Desta vez em Joinville.

 A torcida tricolor fez a festa no Hercílio Luz.

JOINVILLE ESPORTE CLUBE UMA PAIXÃO INSUPERÁVEL

 

 

 
Por Marcos Messias - 18:24
 
30
mai
 

JEC x Brusque – O primeiro confronto da história

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O primeiro confronto entre o Joinville e o Brusque F.C. – fundado em 1987, a partir da fusão de Paysandu e Carlos Renaux – ocorreu na tarde do dia 07/02/1988, no Estádio Ernestão.

JEC 1x0 Brusque, o primeiro confronto da história.

O jogo era válido pela 5ª rodada da Taça Carlos Cid Renaux, que correspondia à primeira fase do Campeonato Catarinense daquele ano. O JEC dividia a liderança da competição ao lado do Marcílio Dias.

E nesse primeiro confronto contra o time da “Cidade dos Tecidos” o Tricolor venceu por 1×0, e ainda assumiria a liderança isolada nessa rodada, pois o Marcílio Dias perdera seu jogo para o Figueirense.

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Por Tiago Gabriel (Badoug) - 3:52
 
27
mai
 

JEC x Criciúma, um clássico das antigas (II)

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Em 23/10/1977 Joinville e Criciúma (ainda com o nome de Comerciário) se enfrentaram em um jogo amistoso no Estádio Heriberto Hülse.

Ficou acertado entre as diretorias dos dois clubes, que esse jogo amistoso seria válido como uma forma de pagamento pelo empréstimo dos jogadores Dirceu e Taquito, cedidos ao JEC para a disputa do Campeonato Brasileiro (primeira divisão).

Jornal A Notícia - 23/10/1977

O JEC estava em meio às disputas do Campeonato Nacional, e por isso, poupou alguns jogadores titulares para esse jogo. Mesmo assim, o “TRICOLOR DE AÇO” venceu o então Comerciário por 2×0, sendo essa, a primeira de muitas vitórias do JEC na cidade de Criciúma.

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Por Tiago Gabriel (Badoug) - 1:24
 
23
mai
 

JEC x Criciúma, um clássico das antigas

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No Campeonato Catarinense de 1977, JEC e Criciúma se enfrentaram pela primeira vez em Joinville. Mas nessa época, o Criciúma era bem diferente do que estamos acostumados a ver, pois ainda se chamava Comerciário e usava uniformes nas cores azul e branca.

Campeonato estadual 1977: Joinville 1x0 Comerciário (Criciúma)

A partida foi disputada em 03/08/1977 no Estádio Olímpico (do Amércia de Joinville), pela 11ª rodada da terceira fase do estadual. E com um gol de Rinaldo, o Tricolor venceu por 1 a 0.

Vamos relembrar como foi essa primeira vitória do Joinville sobre o time da capital do carvão.

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Por Tiago Gabriel (Badoug) - 2:42
 
08
mai
 

JEC x Chapecoense, um confronto das antigas

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No dia 25/06/1977, Joinville e Chapecoense se enfrentaram na abertura da terceira fase do campeonato estadual daquele ano.

Era um confronto muito aguardado por todos, pois as duas equipes que ainda não haviam se enfrentado na competição, faziam as melhores campanhas e, por terem vencido seus respectivos grupos na fase anterior, eram as duas únicas equipes com vagas já asseguradas no Pentagonal Final.

Essa terceira fase, além de apontar as outras equipes que fariam parte do pentagonal, daria ao seu vencedor um ponto-extra de vantagem na fase decisiva do campeonato.

Capa do Jornal A Notícia - 26/10/1977

Em 30 partidas disputadas na competição, a Chapecoense havia vencido 26 e perdido apenas uma. Enquanto que o JEC vinha de 8 vitórias seguidas e seu goleiro, Raul Bosse, estava há 720 minutos sem levar gol.

E nesse confronto tão aguardado, o Tricolor venceu a Chapecoense por 2×1 e na sequência, ainda se tornaria o vencedor do grupo, garantindo o ponto-extra para a fase final.


Vamos acompanhar como foi essa vitória do JEC sobre o time do Oeste Catarinense.

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Por Tiago Gabriel (Badoug) - 3:16
 
29
abr
 

Grandes Viradas do Tricolor

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Como sabemos, após a derrota por 3×1 no primeiro jogo da final, o JEC precisa vencer na Ressacada por 3 gols de diferença para se tornar campeão catarinense de 2010. Embora seja uma tarefa difícil, não é impossível!

No futebol, já tivemos vários exemplos de superação e viradas históricas em situações até mais adversas do que essa que o JEC enfrenta. E na própria história do Joinville Esporte Clube, há muitos casos assim, de vitórias na base da garra, coragem e luta em partidas cujo o fracasso era tão iminente.

No estadual de 2009, o JEC conseguiu duas incríveis viradas históricas na casa de seus adversários:

Criciúma 2×3 JEC, no Heriberto Hülse – O JEC terminou o primeiro tempo perdendo por 2×0. No retorno do intervalo, o Tricolor VIROU para 3×2.

Figueirense 2×4 JEC, no Orlando Scarpelli – O Figueirense abriu a vantagem 2×0, mas ainda no primeiro tempo, um gol tricolor aos 44 minutos deu forças para uma INCRÍVEL VIRADA no segundo tempo para 4×2.

Podemos citar até mesmo a decisão do Catarinense de 1985, contra o próprio Avaí. Assim como hoje, o time da capital era considerado o favorito, pois ao longo daquele campeonato, o JEC não tinha conseguido vencer o Avaí nenhuma vez. Foram cinco confrontos, sendo 2 empates e 3 vitórias avaianas. Mas na base da SUPERAÇÃO, o Tricolor venceu a decisão, em Itajaí, por 2×0 e conquistou o Octacampeonato.

Foto de capa do Jornal Diários Associados - 17/11/1977

E vale lembrar também, uma das mais emocionantes viradas de toda história do clube, que ocorreu no Campeonato Brasileiro de 1977 (Primeira Divisão). No jogo contra o Dom Bosco, disputado no Ernestão, o JEC perdia por 3×1, mas acabou VIRANDO para 5×3.

Como no regulamento da competição, a vitória simples valia 2 pontos, e a vitória por dois ou mais gols de diferença valia 3 pontos, essa sensacional VIRADA garantiu 3 pontos decisivos para a classificação do JEC à fase seguinte do campeonato.

E com esse pensamento de que o JEC pode (e vai!) reverter a situação frente ao Avaí, que vamos relembrar como foi essa emocionante VIRADA TRICOLOR sobre o Dom Bosco.

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Por Tiago Gabriel (Badoug) - 22:54
 
22
abr
 

JEC x Avai, um clássico das antigas (III)

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Em 1976, ano da fundação do Joinville Esporte Clube, além de vencer o Campeonato Catarinense o Tricolor também faturou o Torneio Incentivo daquele ano.

O Torneio Incentivo era um campeoanto promovido pela FCF que contava com a participação de todas as equipes que haviam disputado o Campeonato Catarinense, com exceção de Carlos Renaux e Paysandu, de Brusque (ambas as equipes disputaram o estadual, mas desistiram do Torneio Incentivo).

Capa do Jornal AN - 08-12-1976

O Joinville venceu todos os seus jogos na fase de classificação e na semi-final, enfrentou o Avaí

A semi-final era em jogos de ida-e-volta. No primeiro jogo, em Florianópolis, o Avaí venceu por 1 a 0. E no jogo da volta, diputado no Ernestão em 07/12/1976, o Tricolor eliminou o time da capital, vencendo por 3 a 0, com dois gols anotados por Fontan.

Depois dessa vitória, o JEC decidiu o título contra o Palmeiras de Blumenau: 2×2 no primeiro jogo fora e massacrantes 4×0 para o Tricolor no Ernestão, conquistando seu segundo título em menos de um ano de existência.

Mas vamos acompanhar como foi essa vitória Tricolor que eliminou o leãozinho da Ilha!

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Por Tiago Gabriel (Badoug) - 21:16
 
10
abr
 

JEC x Figueirense, um clássico das antigas (II)

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Ao final da primeira fase do Campeonato Catarinense de 1976, devido a vários processos jurídicos, houve uma paralisação na competição que durou quase um mês.

JEC 2x0 Figueirense

E para não perderem o entrosamento e o ritmo dos jogos, as equipes que se classifiram para a segunda fase – o JEC classificou-se em primeiro lugar – e as equipes que, para seguir adiante na competição, recorriam com processos jurídicos (caso do Figueirense), marcavam vários jogos amistosos durante essa paralisação do campeonato.

E um desses jogos amistosos foi JEC x Figueirense, disputado no Estádio Ernestão em 18/07/1976. Com gols de Fontan e Rinaldo, o Tricolor venceu por 2×0.

Vamos acompanhar como foi essa vitória tricolor sobre o Figueirense…

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Por Tiago Gabriel (Badoug) - 4:23